Uns mais do que outros, é verdade, mas todas as equipas tiveram a sua quota-parte de dores de cabeça, leia-se problemas, nos três dias de testes do Bahrein. Logo no primeiro dia, Yuki Tsunoda, depois de ter assumido o volante do Alpha Tauri de Pierre Gasly à tarde, depressa sofreu um problema com o sistema de combustível, o que obrigou o jovem japonês a ir para o banho mais cedo. No primeiro dia, apenas por uma vez a sessão teve de ser interrompida por uma falha mecânica, para retirar o Ferrari de Charles Leclerc da pista.
Na McLaren, apesar das quase 100 voltas do primeiro dia, enquanto o recém-chegado Daniel Ricciardo estava contente com o seu monolugar, já o seu companheiro de equipa, Lando Norris não conseguia estar confortável no carro e admitia ter trabalho a fazer para rectificar isso.
No caso de Mick Schumacher, novo piloto da Haas, foi um problema hidráulico que limitou a sua primeira sessão a 15 voltas frustrantes, enquanto um pequeno problema elétrico atrasou Lance Stroll nesse mesmo dia, quando deitou as mãos ao Aston Martin, à tarde, após uma primeira manhã produtiva para o novo companheiro de equipa Sebastian Vettel. Mas isso foi sol de pouca dura para o alemão já que somou apenas 59 voltas após dois dias de testes. Adaptar-se a uma nova equipa já é um desafio suficiente, e por isso não precisava mesmo do problema da caixa de velocidades que teve no sábado.
No sábado, a Red Bull viu a cobertura do monolugar de Sérgio Pérez desintegrar-se, deixando a pista cheia de pedaços de carbono que obrigaram os comissários a mostrar as bandeiras vermelhas. Por fim, não esquecendo, e acima de todos, as três horas e meia que a Mercedes perdeu com o seu problema com a caixa de velocidades, logo na manhã de sexta-feira.
Resumindo: Ferrari, Alpha Tauri, Haas, Aston Martin, Red Bull e Mercedes tiveram problemas, destacando-se, claro, as duas caixas de velocidades partidas da Mercedes. No W12 e no AMR21!












