Inevitavelmente, as contas do exercício de 2020 ficaram fortemente afetadas pela pandemia. A F1 anunciou as contas e reportou perdas de quase 400 milhões de dólares.
A receita global do desporto caiu de 2,022 biliões de dólares em 2019 para 1,145 biliões no ano fiscal de 2020, enquanto o pequeno lucro de 17 milhões registado em 2019 foi seguido no ano passado por uma perda de de 386 milhões.
As 10 equipas de F1 suportaram inevitavelmente o peso do défice do desporto, com o total de pagamentos a cair de 1,012 biliões de dólares em 2019 para apenas 711milhões em 2020. A diminuição das receitas dos promotores das corridas devido à interrupção da época de 2020 representou apenas 12% das receitas totais no ano passado, em comparação com 30% em 2019.
A época das 17 corridas do ano passado salvaguardou a maioria dos contratos televisivos da Fórmula 1 que representaram 55% das receitas totais em 2020, embora tenha sido aplicada uma redução de pagamento em alguns casos.
As receitas de publicidade e patrocínio da Fórmula 1 também diminuíram em 2020. No entanto, a redução do calendário do ano passado e o número reduzido de corridas de flyaway levou a um declínio nos custos.









