Nikita Mazepin não deverá poder correr este ano – ou parte dele – na Fórmula 1 sob a bandeira russa. Na remota hipótese do russo vencer uma corrida, o hino russo não poderia tocar. Tudo porque uma decisão recente da agência mundial antidoping proibiu a Rússia de participar em competições internacionais, por causa do seu esquema de batota generalizado no desporto. Recentemente, Nikolay Gryazin também teve de disputar o rali de Monte Carlo como “atleta neutro”.
Há dias, a Agência Russa Antidopagem (RUSADA) confirmou que não vai recorrer das restrições impostas ao desporto russo, banido como referimos de eventos internacionais durante os próximos dois anos, medida que chegou a ser de quatro, mas que entretanto foi revista pelo Tribunal Arbitral do Desporto. As sanções aplicam-se ao nome do país, bandeira e hino, impedindo, por exemplo, a participação nos Jogos Olímpicos de verão de Tóquio e os de inverno, marcados para Pequim, em 2022.
Também tem havido especulações de que a Fórmula 1 terá de mudar o nome do GP da Rússia, passando a chamar-lhe o GP de Krasnodar ou Sochi, mas há contratos assinados e por isso vamos ver como a F1 e os russos descalçam esta bota…










