Não são muitas as novas regras de 2021, mas como sempre há alguns ajustes. Há no entanto uma mudança significativa, já que a Pirelli substituirá a Michelin como fornecedor único de pneus da disciplina, e isso inclui os Rally1 (WRC) e Rally2 (R5). Em termos de regulamentos desportivos, este ano foi criado o Mundial de Ralis para Equipas, um novo título de campeonato que existirá paralelamente ao Mundial de Ralis para Pilotos, Navegadores e Construtores. As equipas que competem neste campeonato devem realizar um mínimo de sete ralis, um dos quais deve ser fora da Europa. Só assim a equipa é elegível para pontuar para o campeonato.
Tendo em conta o impacto da pandemia de Covid-19, que permitiu apenas realizar sete de 13 provas previstas para o Mundial de 2020, o Conselho Mundial da FIA aprovou uma diretiva que coloca em seis o número de ralis passíveis de atribuir campeões. Caso existam menos provas, não serão atribuídos títulos.
A PowerStage faz 10 anos em 2021, e a FIA decidiu agora fazer alterações nos pontos atribuíveis. As alterações ao Regulamento Desportivo da FIA no que ao WRC diz respeito passam a incluir a atribuição de pontos adicionais de PowerStage aos Construtores.
Serão pontuados os dois melhores classificados nomeados por uma equipa, que terminem nos cinco primeiros lugares da PowerStage, com o objetivo de acrescentar uma dimensão adicional à luta dos Construtores. Como se percebeu este ano, a diferença à entrada da última prova entre a Hyundai e a Toyota era tão curta que os pontos da PowerStage poderia fazer a diferença. É essa a intenção e isso vai fazer que mais pilotos arrisquem andar mais depressa nessa especial pois podem estar a contribuir para o triunfo num campeonato, mesmo que, individualmente, já não lutem pelo título de pilotos. Devido ao sucesso dos pontos de PowerStage no WRC, o mesmo formato será agora alargado às categorias WRC2 e WRC3.









