Numa entrevista ao podcast da F1, Beyond the Grid, Lance Stroll admitiu que gosta de ser criticado e isso serve para melhorar.
O canadiano teve altos e baixos nesta época, que lhe têm valido alguns elogios e muitas críticas, mas não é por isso que se atemoriza. As críticas são o seu combustivel:
“Adoro a crítica. Se não a usarmos como combustível então, habituamo-nos a ela e ela devora-nos por dentro, por isso penso que aprendi a abraçá-la e a usá-la como energia para provar que as pessoas estão erradas. Mas eu sempre disse a mim próprio que só falo na pista e tem sido sempre assim desde o primeiro dia. Por causa da minha origem e do meu passado, há muitas pessoas que não esperam que eu não esteja tão bem e que eu falhe, mas não faz mal – todos têm direito a ter a sua própria opinião.”
“Ganhei campeonatos que me levaram à Fórmula 1 – Fórmula 4, Fórmula 3, a Toyota Racing Series na Nova Zelândia, e na Fórmula 1 estive no pódio, estive na pole e fiz muitas boas corridas”.
“A minha consistência não tem sido a melhor, estou ciente disso”, acrescentou ele. “Isso é algo em que ainda estou a trabalhar. Nos últimos dois anos, penso que a minha consistência poderia ser melhor. Mas também já provei na Fórmula 1 que mereço estar aqui.”
“Quando se faz mal, é quando as pessoas começam a falar mal e quando se faz bem, todos estão ali e querem um pedaço da tarte, por isso faz tudo parte do circo.“
“Penso que a Fórmula 1 ensinou-me muito sobre corridas, mas também sobre a vida – superar adversidades e gerir emoções. A Fórmula 1 forçou-me a ultrapassar os limites a que eu pensava não poder chegar – tecnicamente, fisicamente, mentalmente”.









