Já é do conhecimento público que a Mercedes apoia um possível ‘congelamento’ dos motores, mas o chefe da equipa, Toto Wolff, diz que não é possível apoiar a proposta da Ferrari para um sistema de equilíbrio entre motores.
“Acho que isso seria o princípio do fim. A unidade motriz não é apenas sobre quem tem mais potência. É algo que também é afetado pelo seu peso, pelo seu sistema de arrefecimento e introduzir uma fórmula para todos é algo que a Mercedes não apoia”, afirmou Wolff ao motorsport.com.
Para Wolff, a Ferrari tem produzido unidades motrizes bem capazes em épocas anteriores e com isso a Mercedes teve de se superar e desenvolver algo melhor.
“Os nossos colegas querem introduzir um sistema de equilíbrio e isso para mim é um insulto. Em 2018 a Ferrari tinha o melhor motor em termos de potência, e em 2019 o melhor em termos gerais. Portanto, nós desenvolvemos o nosso e conseguimos trazer em 2020 algo para os apanhar. Por isso é que não consigo compreender como é que um fabricante que desenvolve uma unidade motriz e um chassis possa querer um mecanismo de equilíbrio de potência. Acho isso uma humilhação”, finalizou o chefe de equipa da Mercedes.











