António Félix da Costa cumpriu um sonho antigo e testou com um Indycar pela primeira vez. O AutoSport falou com o campeão de Fórmula E sobre a sua primeira experiência com os monolugares americanos.
Nas redes sociais, o piloto de Cascais foi revelando um pouco da exigência da tarefa que teve em mãos. Félix da Costa confirmou essa exigência e explicou como surgiu esta oportunidade:
“Já tinha saudades de ser levado ao limite num carro. A última vez que senti isso foi num F1, Foi uma sensação boa e todos me disseram que aquele é o circuito mais físico do ano, por isso foi um batismo algo duro. Esta oportunidade surgiu por caso. O primeiro contacto deu-se a meio do confinamento em abril. Ligaram-me e na altura fiquei interessado, mas não sabia se esta oportunidade iria verdadeiramente para a frente. Mas fomos mantendo o contacto, o convite materializou-se e eu aceitei imediatamente. Tinha imensa curiosidade de experimentar o campeonato, o carro, o ambiente. O carro não tem direção assistida, controlo de tração, não há mantas de aquecimento para os pneus. Há uma serie de variáveis que os fãs não vêm mas que promovem o erro dos pilotos e por isso as corridas são tão divertidas e vemos mais erros, mais acidentes, mais lutas, e até os pilotos a perderem performance pelo desgaste físico o que torna tudo mais imprevisível. E eu adorei esse lado de termos um carro difícil para o atleta.”










