Apesar de o resultado final não ter correspondência no andamento verificado, Paulo Neto/Vitor Hugo saíram do Rali de Castelo Branco com um enorme manancial de experiência ao volante do Skoda Fabia R5 em asfalto, cumprindo assim os objetivos para esta prova. A dupla do Skoda Fabia R5 da ARC Sport não teve a sorte do seu lado nesta edição 2020 do Rali de Castelo Branco, segunda prova do Campeonato de Portugal de Ralis, já que um furo, na fase inicial do rali, e a consequente troca de pneu em pleno troço, motivou um enorme atraso, que se saldou num 17º lugar final: “Tínhamos dito que nesta prova queríamos, acima de tudo, fazer o número máximo de quilómetros ao volante do Skoda Fabia R5 em pisos de asfalto. Por esta perspetiva o balanço da nossa presença no Rali de Castelo Branco só pode ser considerado positiva. Enfrentamos um rali muito duro, muito exigente e com muito calor, o que tornou o nosso desafio ainda maior. Porém, acho que os quase 100 quilómetros de troços serviram para conhecer melhor o nosso Skoda, como também para evoluir a nossa condução ao longo do rali, como se prova pelos tempos que realizamos no segundo dia, onde tivemos uma performance muito mais consistente”, afirma Paulo Neto, reconhecendo que “ao ritmo a que andamos no segundo dia e sem o furo do primeiro dia e ainda um pião, poderíamos ter terminado o Rali de Castelo Branco no Top10, até porque já rodamos próximo dos tempos de outros pilotos com mais experiência e conhecimento ao volante de viaturas R5”.
Quanto ao rali em si, Paulo Neto reconhece que “foi uma prova muito interessante, competitiva e com muito público a assistir na estrada, provando que os ralis são um desporto muito acarinhado pelos seus adeptos. A Escuderia de Castelo Branco fez um enorme esforço para colocar esta prova na estrada e, por isso, está de parabéns. Queria também agradecer à ARC pelo excelente trabalho que desenvolveu”.











