De acordo com o piloto da Alfa Romeo, Antonio Giovinazzi, a ligação histórica da Itália com o automobilismo não alivia os custos exorbitantes da entrada de pilotos jovens no automobilismo, podendo assim afastá-los do sonho de competir na Fórmula 1
Atualmente, existe um piloto na Fórmula 1, Giovinazzi, outro na Fórmula 2, Luca Ghiotto, e três na Fórmula 3, Federico Malvestiti, Matteo Nannini e Alessio Deledda.
“A base é muito importante no desporto automóvel e essa base começa com dinheiro. É preciso muito dinheiro para se chegar longe no automobilismo. Por exemplo, eu tive que andar à procura de dinheiro para chegar aqui à Fórmula 1.”
“Mas, acima de tudo, temos de ter esperança nas várias academias das grandes equipas, que agora incluem vários pilotos italianos.”
“Esperamos que eles consigam encontrar o caminho para a Fórmula 1 através dessas academias, ou através de alguém como o Nicolas Todt, que está sempre a tentar ajudar os jovens. Esse tipo de pessoas são realmente necessárias para apoiar os talentos.”
Ao mesmo tempo, no motociclismo continuam a florescer jovens talentos, com seis italianos na grelha do MotoGP, incluindo Valentino Rossi. Giovinazzi admite que o sucesso de Rossi influencia muitos jovens a perseguir o sonho das duas rodas.
“O Valentino tem um nome completamente diferente no desporto do que o meu ou de outros italianos na Fórmula 1.”










