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Rally Serras de Fafe e Felgueiras: Filme da prova

José Luis Abreu by José Luis Abreu
1 Março, 2020
in CPR, Ralis
A A
Rally Serras de Fafe e Felgueiras: Filme da prova

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Armindo Araújo e Luís Ramalho (Skoda Fabia R5 Evo) venceram o Rallye Serras de Fafe e Felgueiras na sequência duma prova em que dominaram do princípio ao fim em termos de Campeonato de Portugal de Ralis. à geral, Nicolay Gryazin/Yaroslav Fedorov (Hyundai i20 R5) cedo foram para a frente da prova, enquanto Armindo Araújo se concentrou na liderança da prova reservada ao CPR. Contudo, já perto do fim do rali e com condições de piso muito difíceis, o russo saiu de estrada e abandonou. Desta forma, Armindo Araújo juntou o triunfo no CPR à vitória à geral.
A luta pelo segundo lugar foi intensa, com várias trocas de posição entre Bruno Magalhães e Ricardo Teodósio, com o piloto da Hyundai a levar a melhor no último troço do rali, relegando o Campeão de Portugal em título para o terceiro lugar final.
Fique com o ‘filme’ completo da prova.

1º PEC Aboim Monte 1
Armindo Araújo e Miguel Ramalho (Skoda Fabia R5 Evo) voaram na primeira prova especial, Aboim/Monte, fazendo o tempo de 11m 28,4s e dessa forma bateram os russos do Hyundai i20 R5, Nicolay Gryazin e Yaroslav Fedorov, que foram 5,4 segundos mais lentos.
Os campeões nacionais em título, Ricardo Teodósio e José Teixeira (Skoda Fabia R5 Evo) foram a segunda equipa nacional, terceira à geral, com mais 7,9 segundos do que os líderes. Adruzilo Lopes e Paulo Silva (Mitsubishi Lancer Evo IX) foram os mais rápidos entre os NR4 (antiga produção, ou automóveis mais próximos dos de serie).
Nas duas rodas motrizes, em termos nacionais, Daniel Nunes e Nuno Mota Ribeiro (Peugeot 208 Vti) levaram a melhor sobre Pedro Almeida e Hugo Magalhães (Peugeot 208 R2). Fernando Teotónio e Luís Morgadinho desistiram com problemas de embraiagem no Mitsubishi Lancer Evo X. Enrico Oldrati e Elia Guio, desistiram com problemas mecânicos no Peugeot 208 Vti.
Mex e Luís Sá desistiram com problemas de transmissão no Porsche 911 GT3.

2º PEC Aboim Monte 2
Armindo Araújo e Miguel Ramalho (Skoda Fabia R5 Evo) mantiveram a liderança do Rali Serras de Fafe e Felgueiras após a segunda passagem por Aboim/Monte na frente, apesar de terem cedido 1,2 segundos para os mais rápidos na classificativa, os russos Nicolay Gryazin e Yaroslav Fedorov (Hyundai i20 R5) com o tempo de 11 m 28,3 s.
Os campeões nacionais em título, Ricardo Teodósio e José Teixeira (Skoda Fabia R5 Evo) mais uma vez foram a segunda equipa nacional, terceira à geral. Retiraram 1,4 segundos à passagem anterior e ficaram a 13,3 segundos dos líderes.
Bruno e Carlos Magalhães (Hyundai i20 R5) melhoraram 3,5 segundos face à primeira passagem e são quartos.
José Pedro Fontes e Inês Ponte (Citroen C3 R5) melhoraram 6,6 segundos, foram quintos na classificativa e reduziram a diferença para a dupla sul-americana, o argentino Alberto Heller, navegado pelo chileno José Diaz, em Ford Fiesta R5 MKII.
Nada de novo nos NR4 (antiga produção, ou automóveis mais próximos dos de série) Adruzilo Lopes e Paulo Silva (Mitsubishi Lancer Evo IX) continuam a ser os mais rápidos.
Nas duas rodas motrizes, Georg Linnamae e Volodymyr Korsia (Peugeot 208 VTI R2) terminaram a segunda passagem na frente, com uma vantagem de 17,4 segundos sobre os britânicos Ruari Bell e Darron Garod (Ford Fiesta 1.0L ST line).
Daniel Nunes e Nuno Mota Ribeiro (Peugeot 208 VTi) são a melhor equipa portuguesa, em terceiros das duas rodas motrizes. A oposição, a 8,8 segundos de diferença, é encarnada por Pedro Almeida Hugo Magalhães (Peugeot 208 R2)
Pedro Meireles e Mário Castro pararam no meio da classificativa, com problemas mecânicos no VW Polo GTI R5.
José Gonçalves e José Janela (Ford Fiesta 1.0L ST Line) desistiram depois de uma saída de estrada e capotamento.

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Fafe Street Stage
Ricardo Teodósio e José Teixeira (Skoda Fábia R5 Evo) venceram a derradeira prova de sexta-feira, a Fafe Street Stage, disputada nas ruas da cidade minhota. Armindo Araújo e Luís Ramalho, em carro idêntico, ficaram a 1,5 segundos, à frente de Miguel Correia e Pedro Alves (Skoda Fábia R5) a 1,6 segundos dos mais rápidos. Bruno Magalhães e Carlos Magalhães (Hyundai i20 R5) e os russos Nicolay Gryazin e Yaroslav Fedorov, em carro idêntico, terminaram com o mesmo tempo, a 2,5 de Ricardo Teodósio.
Nos NR4 não houve qualquer novidade e Adruzilo Lopes e Paulo Silva mantêm-se na frente do grupo.
Nas duas rodas motrizes não houve qualquer supresa, em termos de glassificação geral no que aos primeiros diz respeito, pese embora o facto de Ruben Rodrigues e Estêvão (Peugeot 208 R2) terem sido os mais rápidos, com uma vantagem de 1,5 segundos sobre Ricardo Sousa e Luís Marques em Peugeot 208 VTI.

4.º PEC Montim 1
O russo Nicolay Gryazin (Hyundai i20 R5) comandou as operações da primeira “especial” deste segundo dia de prova, com um tempo de 6.06.4s e encurtou a margem para a dupla Armindo Araújo/Luís Ramalho (Skoda Fabia R5 Evo), segundos nesta passagem por Montim, mas ainda na liderança do rali. Alberto Heller/José Diaz, aos comandos de um Ford Fiesta R5 MKII, assinaram o terceiro melhor crono. A dupla Bruno Magalhães/Carlos Magalhães (Hyundai i20R5) foram quartos e Ricardo Teodósio (Skoda Fabia R5 Evo) fechou o “top five” a 14,3s do russo da Hyundai.
Nas duas rodas motrizes o estónio Georg Linnamäe, aos comandos de um Peugeot R2 VTI, liderou as operações. Pedro Almeida e Hugo Magalhães, também num 208, foram a melhor equipa lusa da categoria.
Entre os NR4, a dupla Adruzilo Lopes/Paulo Silva (Mitsubishi Lancer Evo IX), com um tempo de 7.01.5s, mantém-se no comando das operações na antiga categoria de Produção. José Rocha/Rui Raimundo (Ford Fiesta R5 MKII) desistiram devido a acidente.

5.º PEC Seixoso 1
Armindo Araújo entrou com tudo (Skoda Fabia R5 Evo) e bateu Nicolay Gryazin (Hyundai i20 R5) por 0,2s. Alberto Heller (Ford Fiesta R5 MKII) não descolou dos lugares da frente e assinou o terceiro melhor tempo. Bruno Magalhães (Hyundai i20R5) foi, novamente, quarto e provou que está disposto a não ficar afastado da luta pelas posições cimeiras. Pedro Heller/Marc Marti (VW Polo GTI R5) foram quintos, a 10,2s.
Adruzilo Lopes voltou a ser o mais rápido entre os NR4, com um tempo de 6.16,5s. José Merceano também ao volante de um Mitsubishi Lancer, mas um EVO X, foi quem mais se conseguiu aproximar do piloto de Regilde.
Nas duas rodas motrizes Georg Linnamäe voltou a conseguir o melhor tempo (6.18,1s), seguido de perto pela dupla Daniel Nunes/Nuno Mota Ribeiro e logo atrás Pedro Almeida/Hugo Magalhães, que, por esta ordem, fechou o “pódio” da primeira passagem por Seixoso, numa categoria liderada pelos Peugeot 208 R2 VTI. Paulo Caldeira/Ana Gonçalves (Citroen DS3 R5): desistência
Eurico Oldrati/Elia de Guio (Peugeot 208 VTI R2): abandono devido a problemas mecânicos

6.º PEC St.ª Quitéria 1
Na primeira passagem por St.ª Quitéria, o duelo entre Nikolay Gryazin (Hyundai i20 R5) 6.25,4s, que foi primeiro, e Armindo Araújo (Skoda Fabia R5 Evo) a 3,2s, segundo continua ao rubro, com o russo a conseguir, pela primeira vez, ascender ao comando. Bruno Magalhães, em ritmo crescente conseguiu o terceiro melhor tempo com a 11,2s de Gryazin e subiu a mesma posição “à geral” por troca com Ricardo Teodósio. Alberto Heller (Ford Fiesta R5 MKII) garantiu a quarta posição e José Pedro Fontes/Inês Ponte (Citroën C3 R5) foi quinto.
Entre os NR4 e as duas rodas motrizes o comando das operações manteve os mesmos protagonistas: Adruzilo Lopes (Mitsubishi Lancer EVO IX) e Georg Linnamäe (Peugeot 208 R2 VTI), respetivamente.
Ricardo Costa/Paulo Marques (Peugeot 208 VTI R2): problemas mecânicos.

7.º PEC – Montim 2
A segunda passagem por Montim, quase parece ter sido tirada a papel químico, nomeadamente no que diz respeito às duas primeiras posições. Nikolay Gryazin (Hyundai i20 R5) com um tempo de 6.04,2 venceu e “tirou” quase dois segundos comparativamente com a primeira passagem. Armindo Araújo e Miguel Ramalho repetiram a segunda posição, com um crono de 6.09,0s (Skoda Fabia R5 Evo) e também melhoraram o tempo. O chileno Pedro Heller (VW Polo GTI R5) foi terceiro em 6.11,8s. Ricardo Teodósio com os índices de confiança renovados voltou ao ataque e conseguiu o quarto melhor tempo (6.13,9s). O grupo dos cinco da frente foi completado pela dupla do Team Hyundai Portugal Bruno Magalhães e Carlos Magalhães 6.16,5s).
Entre os NR4 e as duas rodas motrizes o comando das operações teve os mesmo portagonistas:
Fernando Teotónio e Luís Morgadinho (Mitsubishi Lancer Evo X), contrariaram, entre os NR4, a liderança de Adruzilo Lopes vencendo pela primeira vez na categoria.
Já entre os carros de duas rodas motrizes Georg Linnamäe/ Volodymyr Korsia (Peugeot 208 R2 VTI), continuaram no comando, mas as duplas lusas, Pedro Almeida/Hugo Magalhães e Daniel Nunes/Nuno Mota Ribeiro, ambos aos comandos de Peugeot 208 R2 VTI,deixaram o aviso que não vão dar descanso ao piloto estónio. Diogo Gago/Victor Calado (Citroën C3 R5): abandono
Na segunda passagem por Montim um espectador teve que ser assistido, depois de cair para a estada.
Tudo aconteceu numa pequena recta que antecedia uma esquerda. Nesse local havia muito público, correctamente colocado sobre o talude, mas um espectador que se aproximou demasiado, para fazer uma imagem com um smartphone, desequilibrou-se na sequência da passagem do Hyundai de Dani Sordo e caiu para a estrada. Foi prontamente assistido e transportado para o hospital e o seu estado não inspira cuidados.

8.º PEC – Seixoso 2
Nikolay Gryazin e Yaroslav Fedorov (Hyundai i20 R5) continuam a ampliar a vantagem na liderança após triunfo na segunda passagem pelo troço de Seixoso, com o tempo 5.29,2 m, deixando agora Armindo Araújo/Luís Ramalho a 2,3 s. A dupla do Skoda Fabia R5 Evo continua no posto de melhor formação lusitana, agora com 1 minuto exato sobre Bruno Magalhães/Carlos Magalhães (Hyundai i20 R5), terceiros também na oitava especial da prova.
Nos carros mais próximos de série, Adruzilo Lopes (Mitsubishi Lancer Evo IX) repôs a ‘normalidade’ sendo o mais rápido no troço entre os NR4, ganhando 7 segundos a José Merceano (Mitsubishi Lancer Evo X) e colocando a diferença acumulada em 1,32 m.
Já nos carros de duas rodas motrizes, problemas mecânicos no Peugeot 208 VTI de Georg Linnamäe deixaram o estónio fora de prova entregando a liderança de RL4 a Ruari Bell (Ford Fiesta 1.0L ST-Line), vencedor do troço. Daniel Nunes e Pedro Almeida, ambos em Peugeto 208 VTI, ocupam as posições seguintes, a 4 s. e 5,6 s. respetivamente, prometendo atacar a liderança do britânico durante os troços da tarde.
Alberto Heller/Jose Diaz (Ford Fiesta R5 MKII), após capotanço, e Juan Falcon/Ignacio Riviera (Citroën C2 R2 Maxi) com problemas mecânicos em Montim, já não partiram para o troço do Seixoso.

9.º PEC – St.ª Quitéria 2
Nikolay Gryazin voltou a registar o melhor tempo na segunda passagem pela classificativa de St.ª Quitéria e parou o cronómetro em 6.21,9s, menos quatro segundos comparativamente com a primeira passagem. Armindo Araújo, mesmo não estando em duelo directo com o piloto russo da Hyundai, não o perdeu de vista, terminando os 9.26km desta 9.ª especial a apenas 2,6s de Gryazin. Por seu lado, Bruno Magalhães melhorou cerca de seis segundos comparativamente com a primeira passagem e foi novamenta terceiro, com um tempo de 6.30,5s. Ricardo Teodósio (Skoda Fabia R5 Evo) manteve-se no ritmo e fechou a passagem em quarto, mas muito pressionado por José Pedro Fontes (Citroën C3 R5), quinto classificado, a apenas seis décimos do piloto do Fabia.
A dupla Adruzilo Lopes/Paulo Silva regressou aos comandos das operações, entre os carros do antigo Grupo N, mas Fernando Teotónio, a pouco mais de um segundo, continuou a “mostrar serviço” e foi segundo.
O britânico Ruari Bell (Ford Fiesta 1.0L ST-Line) repetiu a vitória entre os RL4 (duas rodas motrizes) e comanda as operações à geral. Pedro Almeida voltou a ser o primeiro entre os pilotos lusos, seguido ainda nesta “especial” por Ruben Rodrigues e Daniel Nunes, ambos aos comando de modelos 208 da marca do leão.

10.º PEC – Lameirinha 1
A primeira classificativa da tarde voltou a ser assinada pelo russo Nikolay Gryazin (Hyundai i20 R5), com um tempo 8.11,7s. Por seu lado, a dupla Armindo Araújo/Luís Ramalho (Skoda Fabia R5 Evo) continuou sem dar muito espaço à formação da Hyundai, cumprindo os 11,94 km da primeira passagem por Lameirinha a quatro segundos do líder e mantendo o segundo posto à geral. Ricardo Teodósio/José Teixeira, também em Skoda Fabia R5 Evo asseguraram o terceiro melhor tempo (8.17,3s). O Hyundai i20R5 de Bruno Magalhães e Carlos Magalhães terminou a primeira classificativa da tarde na quarta posição, seguido por Pedro Heller (VW Polo GTI R5). Paulo Neto/Vítor Hugo (Skoda Fabia R5), não alinharam.
Daniel Nunes e Nuno Mota Ribeiro (Peugeot 208 VTI R2) cumpriram a “ameaça” e venceram, entre as duas rodas motrizes, a primeira especial da tarde com um tempo de 9.18,6s. O britânico Ruari Bell (Ford Fiesta 1.0L ST-Line) foi segundo, mas mantém a liderança na categoria, com uma vantagem de 12,9s para Daniel Nunes. Ricardo Sousa e Luís Marques em Peugeot 208 VTI garantiram o terceiro melhor tempo, 9.29,1s.
Entre os NR4, Fernando Teotónio voltou ao ataque e com 9.11,2s, bateu Adruzilo Lopes, que foi segundo, mas continua no comando da categoria “à geral”. José Merceano foi terceiro, num trio composto por Mitsubishi Lancer.

11.º PEC – Luilhas/Guilhofrei 1
Nikolay Gryazin e Yaroslav Fedorov estão cada vez mais perto do triunfo no 33.º Rally Serras de Fafe e Felgueiras depois do triunfo no 11.º troço, com o tempo de 8.23,05 m. Ricardo Teodósio/José Teixeira (Skoda Fabia R5 Evo) foram os melhores entre os portugueses, perdendo 2,8 segundos para o Hyundai i20 R5 da dupla russa, mas ultrapassando Bruno Magalhães/Carlos Magalhães na luta pelo 2.º posto entre os concorrentes do Campeonato de Portugal de Ralis. Competição ‘doméstica’ que é liderada desde o início por Armindo Araújo/Luís Ramalho (Skoda Fabia R5 Evo), 3.º neste troço.
Na categoria NR4, Adruzilo Lopes e Paulo Silva (Mitsubishi Lancer Evo IX) conquistaram o sétimo triunfo em 11 especiais já disputadas, ampliando para 2,18 m a diferença que os separam de José Merceano e Francisco Pereira (Mitsubishi Lancer Evo X),
Em RL4, triunfo de Daniel Nunes/Nuno Mota Ribeiro (Peugeot 208 VTI), com o crono de 9.29,5 m deixa ao rubro luta pelo triunfo entre os carros de duas rodas motrizes, reduzindo para 11,2 s a diferença que o separa do líder Ruari Bell (Ford Fiesta 1.0L ST-Line). Pedro Almeida/Hugo Magalhães (Peugeot 208 VTI) foram 3.º no troço e mantêm-se na luta pela vitória, embora estejam obrigados a recuperar atraso de 21,7 segundos nos 23,15 km que faltam disputar.

12.º PEC – Lameirinha 2
A segunda passagem por Lameirinha foi madrasta para o líder da prova Nikolay Gryazin, forçado a abandonar devido a acidente. Armindo Araújo, mesmo em ritmo mais conservador comparativamente à primeira passagem, mas cada vez mais adaptado ao Fabia R5, venceu a penúltima prova de classificação com um tempo de 9.22,3s e assumiu o comando do rali, relançando de certa forma a luta pelas restantes posições do pódio. Bruno Magalhães garantiu o segundo melhor tempo, seguido de Ricardo Teodósio, que assim assume a segunda posição na tabela geral. Pedro Heller fechou Lameirinha na quarta posição, mas já com uma desvantegem superior a meio minuto face ao piloto de Santo Tirso. A dupla José Pedro Fontes/Inês Ponte, apesar de não ter acompanhado o ritmo da frente conseguiu gerir o andamento e encerrou o top-5. Diogo Salvi/Jorge Carvalho (Skoda Fabia R5), não alinhou na 12ª especial.
Nas duas rodas motrizes, Daniel Nunes manteve-se no ataque e superou a concorrência, neste caso Ruben Rodrigues que ficou a 2,3s. Ruari Bell (Ford Fiesta 1.0L ST-Line), desta vez não foi além do terceiro posto, mas ainda com margem para partir para a última classificativa da porva no comando das operações ainda que por apertados 7,7s. Menos sorte para Pedro Almeida/Hugo Magalhães (Peugeot 208 VTI R2) que abandonaram devido a problemas mecânicos, quando ocupavam a terceira posição na tabela geral.
Entre os carros da extinta Produção, atual NR4, Adruzilo Lopes (Mitsubishi Lancer Evo IX), voltou a ”puxar dos galões”, deixando a dupla Luís Mota/Alexandre Santos, também num Lancer Evo IX a cerca de 16 segundos. José Merceano foi terceiro.
As adversidade das condições climatéricas e o estado do terreno, ditou que a caravana do Campeonato de Ralis Norte não cumprisse a última especial do dia. Mas a vitória já estava quase destinada e assim se confirmou à dupla Lucas Simões/Simplício Gonçalves em Mitsubishi Lancer Evo VI. Miguel Teixeira e Vítor Pereira (BMW E30) venceram a última especial pontuável e reservaram o segundo lugar no final da jornada inuagural do CRN. O pódio foi completado pelo Mitsubishi Carisma GT de Eugénio Madureira e António Duarte. Pedro Lago Vieira e Alexandre Rodrigues (Peugeot 208) abandonam devido a acidente.

13.º PEC – Luilhas Guilhofrei 2
Bruno Magalhães e Carlos Magalhães entraram com tudo e conseguiram levar o Hyundai i20 R5 à vitória na derradeira especial da prova, realizando um tempo de 9.34,9s. Uma vantagem de 6,6s face a Ricardo Teodósio que garantiu ao piloto de Lisboa, no “cair do pano” o segundo lugar do pódio desta prova inaugural do Campeonato de Portugal de Ralis. Com isto o piloto algarvio do Skoda Fabia R5 Evo acabou no degrau mais baixo do pódio.
Por seu lado, à dupla Armindo Araújo/Luís Ramalho bastou o terceiro lugar para assegurar, com uma boa margem de conforto (1m26,0s) a vitória na rali. José Pedro Fontes conseguiu levar o Citroën C3 R5 ao quarto posto, a mesma posição em que terminou a prova de Fafe.
O espanhol Jose Peleaz (Skoda Fabia R5) encerrou o grupo dos cinco melhores no troço de Luilhas/Guilhofrei 2, mesmo assim não foi suficiente para tirar à dupla Pedro Heller/Marc Marti (VW Polo GTI R5) o quinto lugar no Rally Serras de Fafe e Felgueiras.
Adruzilo Lopes e Paulo Silva aos comandos de um Mitsubishi Lancer Evo IX (NR4) venceram a última especial do dia e o rali. Um regresso do antigo campeão da modalidade aos pisos de terra que não podereria ter corrido de melhor forma. Luís Mota e Alexandre Ramos, também aos comandos de um Lancer foram crescendo de ritmo e com Fernando Teotónio fora da corrida, no final, pelos lugares cimeiros, esta dupla assegurou a segunda posição entre os NR4.

José Luis Abreu

José Luis Abreu

Entre curvas e muito pó, descobri que o olhar treinado pela fotografia e a paixão pelos ralis só podiam levar a um destino: o jornalismo desportivo. E já lá vão mais de 30 anos…

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