Pedro Meireles e Mário Castro terminaram o Rali Vidreiro no quarto lugar, a mais de um minuto do vencedor, mas tiveram um rali cheio de pequenos problemas que todos juntos justificam o atraso. Quando andou sem ‘crises’, Meireles mostrou que pode andar bem mais perto da frente.
A dupla entrou bem no rali, mas logo na PE2 tiveram um problema com a calandra de faróis noturnas, com as luzes a perder potência, facto que os atrasou significativamente, no escuro troço do Pinhal de Leiria “tinha luzes para 20 metros, não conseguia ver nada, foi um desespero”. Com isto caíram de terceiro para sexto.
Depois, na manhã do segundo dia, na PE5, o travão do VW Polo GTI R5 teve problemas “quando estava algum tempo sem ter que travar, o pedal ia ao fundo, a pinça danificou-se, portanto passei a ter que travar muito antes para injetar e ter travão” e isso foi penalizante. Basicamente, enquanto tiveram o carro bom, fizeram bons tempos: “O carro é muito bom, tem muito potencial, mas é mais complicado do que era o Skoda. E depois temos tido estas pequenas questões aqui e ali que estão a emperrar-nos um bocado na nossa evolução. Penso que quando as coisas estiverem normalizadas, com mais quilómetros e com mais testes, o Polo sem dúvida tem um potencial enorme e temos a sensação que evoluindo conseguimos andar lá na frente”










