A Fórmula E deverá introduzir no final da próxima época algumas alterações aos Gen2, que foram introduzidos no início da época que terminou.
A virilidade de alguns contactos levou a que se ponderasse numa frente mais frágil nos monolugares 100% eléctricos, para que os pilotos não tenham tanta tentação de arriscar manobras mais agressivas.
O desafio será encontrar o equilíbrio entre a fragilidade que penalizará quem exagerar, mas a resistência suficiente que não implique um aumento dramático de bandeiras amarelas em cada toque que ocorra. Os responsáveis não querem usar o termo “frágil” pois querem manter a solidez, mas actualmente os toques têm poucas consequências pelo que a vontade passa por diminuir ligeiramente essa solidez e obrigar a ida às boxes para troca de asa e assim o piloto ser penalizado pelo exagero. O foco na segurança mantém-se intacto.
A nível visual os carros deverão ter diferenças significativas. Na segunda metade da vida dos Gen 2, que deverão estar em pista até a época 2021/2022, os responsáveis pretendem mudar alguns aspectos visuais do carro, muito mais significativas do que as evoluções feitas nos Gen1.











