A Haas tem tido um início de época um pouco atribulado. Se de um lado parece ter o quarto carro mais rápido em ritmo puro, a sua incapacidade de entender como fazer os pneus Pirelli funcionar, os casos de infortúnio e erro humano significam que a equipa ainda não atingiu mais pontos no campeonato de construtores.
No Canadá, a Haas mostrou ritmo, mas Kevin Magnussen bateu na Q2. Com este acidente Romain Grosjean também acabou prejudicado, saído mais atrás na grelha de partida.
Na corrida, a tarde de Grosjean foi arruinada em segundos, quando foi obrigado a evitar um contacto entre os três carros de Sergio Pérez, Alexander Albon e Antonio Giovinazzi.
Depois disso, os dois carros Haas não tiveram desempenho para competir por pontos, como tem sido frequentemente o caso nesta temporada.
Gunther Steiner acredita que a equipa pode dar a volta:
“Deve haver um fim para isso. Eu não diria que estou deprimido, mas deve haver um fim, deve haver uma tendência ascendente em algum lugar porque não pode piorar. Espero que esse ponto chegue.”
“O nível geral de confiança é, em teoria, bom. Mas, com conhecimento que estamos bem? Não. Porque não sabemos quando os pneus trabalham e quando não trabalham. Muitas pessoas estão a pedir para voltar aos pneus do ano passado porque parecem ser mais consistentes. Não podemos ser só nós…”









