A Fórmula 1 parece pronta para eliminar os regulamentos das unidades de potência em 2025. As regras permanecem em vigor para 2021, mas no paddock do Mónaco surgiu uma mudança para 2025.
“Acho que o que temos agora é uma peça de engenharia incrível na parte de trás do carro. Mas pode ser ainda mais.” – disse o chefe técnico da Racing Point, Andy Green.
Zak Brown, da McLaren, concorda, dizendo que uma boa ideia para 2025 é que as regras sejam abertas para que os vários fabricantes possam projetar diferentes tipos de motores:
“Se pudéssemos ter alguma diversidade no próprio motor e não nos limitarmos a uma certa quantidade de cilindros, penso que isso poderia apimentar o espectáculo.”
Christian Horner, o chefe de equipa da Red Bull, acrescentou:
“O romântico em mim diz para voltar ao barulho, altas rotações e motores normalmente aspirados.”
Juntamente com a Mercedes, Ferrari e Honda, a Renault é um dos quatro fabricantes presentes na Fórmula 1. A marca francesa é representada por Cyril Abiteboul, e ele diz que a energia elétrica está para ficar. No entanto, acha que o melhor caminho para a Fórmula 1 seria manter a energia híbrida, e mudar para combustíveis não fósseis:
“Em relação à relevância MGU-H para a estrada, neste momento não vemos qualquer aplicação em carros de estrada, mas pode vir a existir. Manter a energia híbrida é o caminho a seguir. Claro que é menos excitante que um motor normalmente aspirado, mas, ainda assim, provavelmente é o caminho a seguir se quisermos ser relevantes, não apenas para os fabricantes de carros, mas também para a sociedade.”












