O GP de Espanha costuma ser uma referência pois todas as equipas trazem melhorias para os seus carros. Depois de quatro rondas “fora de portas” as equipas regressam a território europeu onde podem fazer chegar melhorias com mais facilidade.
No caso da Williams esse facto assume um peso ainda maior. A equipa com o pior carro do grid, procura soluções para diminuir o fosso que se instalou entre eles e o resto do pelotão e irá levar para Barcelona melhorias que poderão ajudar nesse aspecto. George Russell admite que o próximo GP irá definir muito do que será o resto da época da Williams:
“A partir do momento em que colocamos o carro na pista de Barcelona [durante os testes de pré-temporada], sabíamos que teríamos esse carro nas próximas quatro corridas. Temos algumas pequenas actualizações para Barcelona e acho que isso dará uma boa indicação de como o resto da temporada vai correr. São várias coisas diferentes, desde aerodinâmica a travões. Como eu disse, não é uma actualização completa, mas dará uma direcção mais clara de onde temos de nos focar e, com base nesses resultados, ajudará a entender se temos alguma esperança para o resto da temporada ou não”.
Apesar de não estar a lutar pelas primeiras posições como fez nas categorias de iniciação, Russel mantém-se motivado: “Estou a gostar do desafio. É um papel muito diferente para mim. A minha tarefa neste momento é direccionar a equipa e apontar as áreas certas onde temos de nos concentrar. Sinto muita responsabilidade em ajudar a transformar esta equipa para a levar onde pertence pertence. Estou a gostar desse aspecto, mas é uma pena que não seja um processo rápido, pois estas coisas levam sempre tempo.”











