Michael Masi voltou a ser diretor de corrida no Grande Prémio do Bahrein. Mas, encontrar o equilíbrio certo entre penalidades demasiado duras ou demasiado benevolentes é muito difícil.
Romain Grosjean, que é director da Assosiação de Pilotos de Grande Prémio (GPDA), disse que gostaria que as coisas fossem um pouco mais relaxadas, mas claro, sem extremos:
“Se fizeres o que eu fiz em Spa em 2012 ou o que o Nico Hulkenberg fez no ano passado na mesma pista, sabemos que não foi com intenção, mas prejudicou muito, tens de ser penalizado.”
“Mas se na primeira volta, travares tarde, e acontecer o que me aconteceu em Austin com o Charles Leclerc, aí é diferente. A corrida dele já estava acabada porque ele tinha danos na asa dianteira e no chão, então acho que as consequências não foram tão más. Mas não queremos a Fórmula E, eles já foram longe demais.”
Grosjean saudou as discussões entre a GPDA e os comissários da FIA:
“Se sou o director do GPDA é porque estou interessado no desporto e quero torná-lo melhor. Foi muito bom da parte do Garry e do Michael ouvirem o que temos a dizer. Obviamente, há algumas coisas que não queremos ver, por exemplo nas travagens. Acho que se isso é realmente algo que temos de ser rigorosos, para o resto, devemos poder correr e divertir-nos.”








