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WRC, Rali da Córsega: Golpe de teatro, triunfo de Neuville

José Luis Abreu by José Luis Abreu
31 Março, 2019
in Destaque Homepage, Newsletter, Newsletter destaque, Ralis, Sapo, WRC
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WRC, Rali da Córsega: Golpe de teatro, triunfo de Neuville

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Tudo se preparava para uma vitória de Elfyn Evans, mas como todos bem sabemos, nos ralis tudo pode acontecer, e mesmo com uma vantagem de 11.5s à entrada do último troço, um furo relegou o galês de primeiro para terceiro. O vencedor acabou por ser Thierry Neuville.

Com este resultado, Thierry Neuville é o novo líder do WRC, com 82 pontos, mais dois que Sébastien Ogier, que soma 80. fruto do seu sexto posto, Ott Tänak é agora terceiro, com 77 pontos.

Hyundai, Citroën e Ford, três construtores no pódio, boas notícias para o WRC, especialmente quando se sabe que a equipa que tem estado na mó de cima, a Toyota, teve simplesmente um rali menos bom, mas continuará forte!

Boa vitória para Thierry Neuville (Hyundai i20 WRC), que teve sorte no último troço com o furo de Evans, mas os ralis são assim mesmo, ele próprio já perdeu uma vitória muito perto do fim com um furo.

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Sebastien Ogier (Citroen C3 WRC) terminou no lugar intermédio do pódio, uma excelente posição, para quem terminou o primeiro dia de prova em sexto, queixando-se da má afinação do carro. Claramente a Citroën tem trabalho para fazer no asfalto, pois um piloto como Ogier passar três dias com avanços e recuos quanto à afinação, só pode significar que há caminho por desbravar. De qualquer forma, um resultado muito positivo, que melhorou ainda mais no último troço com o azar de Evans. Mas os ralis são assim mesmo…

Grande performance de Elfyn Evans, mas que um azar no último troço relegou para o terceiro lugar. De qualquer das formas, foi uma grande demonstração do piloto galês, e quem julgou que depois de perder a liderança do rali de forma surpreendente no final do dia de ontem, para Thierry Neuville já não conseguiria recuperar, enganou-se e o piloto da M-sport devolveu sem juros os mesmo 16.0s com que o belga o brindou ontem ao fim da tarde e recuperou os mesmos 11.5s que tinha de avanço no final da PE11. Uma boa demonstração do piloto, mas que acabou por não lhe valer de nada, mesmo sem sabermos se o furo foi azar ou culpa própria, devido a algum excesso, que não era nada provável na derradeira especial.

Thierry Neuville (Hyundai i20 WRC) teve sorte, mas também trabalhou bem para ter essa sorte. No final do primeiro dia era terceiro, 5.3 segundos depois de Tänak. O belga foi-se tornando cada vez mais confortável com o carro à medida que o primeiro dia avançava, e terminou o dia na frente do companheiro de equipa, Dani Sordo, por 16.3 segundos.
No segundo dia, andou constantemente na luta com Evans, e esteve brilhante no derradeiro troço do dia, a segunda passagem ‘dos’ 47 Km e arrebatou uma surpreendente vantagem de 16.0s face a Elfyn Evans, que dessa forma perdeu todo o avanço que tinha, passando a ter um ‘déficit’ de 4.5 segundos: “De manhã não conseguimos encontrar uma boa sensação para forçar o andamento tanto quanto queríamos, mas de tarde aumentámos a altura do carro e consegui atacar em todos os troços”, explicou Neuville, com um excelente dia. Soube manter um ritmo alto quando não tinha o carro bom, mas quando o teve, passou para a frente do rali. O resto, já sabemos, perdeu esse avanço hoje de manhã, mas teve sorte na PowerStage e venceu o rali…

Sebastien Ogier (Citroen C3 WRC) começou o rali bem frustrado, sempre a queixar-se da afinação do carro, pois não conseguia encontrar a velocidade esperada. Um pião no primeiro troço custou-lhe 10 segundos e deixou-o em oitavo, mas o piloto do Citroën C3 WRC, mesmo lutando com a subviragem durante todo o dia do C3 WRC, subiu para sexto, embora apenas como resultado dos problemas dos outros.
No segundo dia, uma série de mudanças no carro, melhoraram a sua manobrabilidade, mas ainda sem o ritmo que queria, subiu do sexto posto, passou Dani Sordo em Castagniccia para chegar a um lugar no pódio provisório, no final do segundo dia. No último, como se sabe, subiu mais uma posição fruto do furo de Evans: “Lutámos muito com o carro, mas nunca desistimos de tentar. Foi difícil em alguns troços, no troço grande teria feito o melhor tempo sem o problema com o anti-lag. Há pontos positivos, o segundo dia foi muito melhor que o primeiro. O plano era ficar no pódio, e tentar alguma coisa na Power Stage embora soubéssemos que não tínhamos andamento para vencer” disse um resiliente seis vezes Campeão do Mundo, que foi ainda mais premiado no final. Como sempre, e apesar de alguns erros, nunca desiste, a atitude está lá sempre.

Elfyn Evans (Ford Fiesta WRC) não merecia o que lhe aconteceu, mas é a vida. O furo não apaga o que fez antes. Terminou o primeiro dia do Rali da Córsega na liderança, depois de um ‘susto’, ao apanhar pela frente a meio do troço, Kris Meeke, que partiu à sua frente com problemas de suspensão. O injusto tempo perdido pelo piloto da M-Sport foi devolvido pela direção de Prova, entregando-lhe o mesmo registo de Ott Tanak, atribuindo justiça à questão. O piloto galês começou o segundo dia de prova com 4.5s de avanço para o estónio, tal como estava antes do ‘fatídico’ último troço do dia.
No segundo dia, lutou metro a metro com Tanak, no fim da manhã caiu para segundo a 2.3s do estónio, que depois furou e perdeu dois minutos. Evans tinha Thierry Neuville a 11.5s mas desconcentrou-se com o atraso de Tanak, e na segunda passagem ‘dos’ 47 Km viu o belga arrebatar-lhe uma surpreendente vantagem de 16.0s, perdendo todo o avanço que tinha passando a ter um ‘déficit’ de 4.5 segundos.
Evans: “A tarde começou bem, mas foi uma surpresa perder tanto no último troço. Três ou quatro segundos talvez, mas 16.0s é uma ‘montanha’. Foi um enorme choque”, disse o galês, que esta manhã devolveu o que o belga lhe fez, recuperando exatamente os mesmos 16.0s que perdera no troço de 47 Km, mas ‘apenas’ em 31 km. Mas depois veio a PowerStage e o furo, caindo para terceiro…

Dani Sordo (Hyundai i20 WRC) terminou em quarto e problemas com os travões não lhe permitiram lutar com Ogier pelo melhor lugar possível no pódio. O espanhol perdeu muito na PE4 e PE5 quando estava bem perto da frente, no terceiro lugar, mas teve uma prova muito consistente, embora tenha mostrado que já lhe falta qualquer coisa para lutar ainda mais à frente durante um rali inteiro.
Ainda assim, tudo fez para aproveitar a oportunidade para recuperar pontos à Toyota.

Teemu Sunninen (Ford Fiesta WRC) Teemu Suninen foi quinto, tendo o cuidado de evitar erros no seu Ford Fiesta WRC, após a sua eliminação precoce na prova anterior, no México. Não arriscou nada, andou quase sempre pela quinta posição em que terminou o rali.

Ott Tanak (Toyota Yaris WRC) voltou a sofrer do mesmo mal que no Monte Carlo. Quem anda depressa arrisca-se a furos, e estónio perdeu a oportunidade de fazer outro bom resultado, sendo esta a primeira vez este ano que não consegue terminar no pódio. Foi sexto, caiu para terceiro do campeonato, mas a sua velocidade e do carro está lá, e por isso é natural que se mantenha calmo, pois basta ver como foi o ano passado quando abriu o livro. Isto não é para dar opiniões, mas sim para analisar factos, mas se fosse, continuaria a dizer o mesmo que acho há algum tempo, o Campeão deste ano será Ott Tanak.

O estónio teve uma frenética luta pela liderança com Evans, perdeu dois minutos depois de ter sido obrigado a parar para mudar um pneu furado no segundo dia, caiu para sétimo, mas recuperou apenas uma posição. Em condições normais, era muito difícil recuperar 22.4s a Suninen, e foi mesmo, ficando tudo como estava no final do segundo dia.

Esapekka Lappi (Citroen C3 WRC) levou o carro até ao fim, quase sempre a queixar-se das afinações, e exceção feita a uma quarto lugar na PE11, nunca fez nada que justificasse melhor do que o sétimo lugar em que terminou. O segundo lugar da Suécia é mesmo a exceção do ano.

Sebastien Loeb (Hyundai i20 WRC), quatro vezes vencedor na Córsega, lutou até chegar ao oitavo lugar, depois de perder dois minutos no troço de abertura quando o seu i20 deslizou de traseira numa esquerda larga, e bateu com a roda traseira esquerda no muro, danificando a suspensão, partindo um braço de suspensão. Isto foi no primeiro dia, mas voltou a repetir o ‘feito’, quando saiu de estrada no segundo dia, voltando a perder tempo significativo, que na verdade não fez muita diferença para a sua classificação.

Kris Meeke (Toyota Yaris WRC) mostrou grande andamento, mas o Rali da Córsega marca a primeira prova do ano em que não pontua bem…

Um furo logo no troço de abertura do rali atrasou-o muito, e os seus problemas pioraram quando cortou uma berma e danificou a suspensão traseira direita do seu Yaris WRC. Terminou o primeiro dia em 15º, quase quatro minutos atrás do líder. Danificou os amortecedores com o furo, mas quando teve o carro bom, andou de forma fantástica e o melhor exemplo é a vitória na PowerStage.

Para Jari-Mati Latvalla (Toyota Yaris WRC) este rali foi mais uma desilusão. O finlandês foi um dos pilotos que teve problemas com as notas de andamento, especialmente nos novos troços. No primeiro dia era sexto até cair para 13º, depois de parar para substituir uma roda do seu Yaris WRC. Depois disso, perdeu confiança, quiçá motivação, e chega a ser deprimente ouvi-lo no final dos troços: PE7: “Bati neste troço no ano passado, por isso não fiz a segunda parte corretamente.”; PE8: “Sabia que iria perder tempo. Tinha um bom ritmo, mas fiz este troço apenas uma vez no ano passado antes de abandonar e as minhas notas não eram suficientemente precisas.”; PE11: “Não tenho guiado muito bem neste rali…”; PE12: “Eu sei que o carro tem potencial, o problema é o piloto, tenho que ir dormir e pensar sobre a minha condução…”; PE14: “Agora preciso de uma energia completamente nova para a Argentina…”




José Luis Abreu

José Luis Abreu

Entre curvas e muito pó, descobri que o olhar treinado pela fotografia e a paixão pelos ralis só podiam levar a um destino: o jornalismo desportivo. E já lá vão mais de 30 anos…

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