Em termos de regras técnicas e desportivas já houve um número de equipas que expressaram seu ‘mal-estar’, no entanto, os planos da F1 para uma reformulação total do seu lado financeiro continua de pé.
Em termos de orçamento, Max Mosley tentou e falhou. Mas, Ross Brawn parece estar a ser sucedido.
Zak Brown, chefe da McLaren, compara os tetos orçamentais com os presente na NFL, citando que:
“Uma vez nivelado, isto deve acelerar a competitividade de todos. A F1 teve períodos dominantes, mas uma “grande” F1 não é com domínios. Isto significa que uma equipa pode ganhar dois campeonatos e vir outra e assim sucessivamente, não cinco ou seis de seguida…”
Esperando a reunião de terça-feira, Brown garante que o pacote que será apresentado tem que ser financeiramente estável para McLaren e dever ter uma aposta na competitividade.
“Para a McLaren tem que marcar duas coisas – ser financeiramente viável e ser capaz de levar a uma batalha justa e competitiva. Se não for assim, temos que considerar seriamente nossa posição na F1. Mas também não queremos estar numa posição como a Mercedes, Renault ou Red Bull.
Finalizando, Zak Brown garantiu que haverá progressos:
“Estou otimista que todos vão participar. É uma negociação, mas estou otimista que a F1 fará as coisas certas e vai conseguir ter as dez equipas. Assim teremos uma F1 muito melhor e mais competitiva a partir de 2021.”












