Thierry Neuville chegou a esta prova com a clara intenção de ‘marcar’ Sébastien Ogier, tentando andar o mais perto possível do francês de modo a ceder o mínimo de pontos possível. Sabendo que rodar na frente, num rali que está longe de ser onde se sente mais à vontade, seria uma tarefa complicada, acabou por ser ainda bem pior do que esperava. Para piorar as coisas, teve uma saída de estrada no primeiro dia, o que não ajudou em nada e a partir daí tem-se limitado a garantir que chega ao fim da prova: “Partir na frente foi realmente duro aqui na Finlândia e o meu erro não ajudou” disse o belga que chegou ao final do primeiro dia quase dois minutos atrás de Tanak, na 10ª posição.
No segundo dia, sendo segundo na estrada, não tinha condições para fazer muito melhor e por aí se manteve, esperando subir uma ou outra posição fruto dos acontecimentos mais à frente. Nono lugar foi o melhor que conseguiu até aqui: “Sabíamos que ser primeiro no campeonato tornaria o nosso trabalho difícil nos ralis de terra e a Finlândia é uma prova muito específica, em que tivemos de aceitar as nossas limitações…”










