Um dos pontos fortes do Grande Prémio da Áustria foi a forte degradação dos pneus Pirelli. Lewis Hamilton e Daniel Ricciardo tiveram que fazer paragens extras e não planeadas, enquanto o vencedor da corrida, Max Verstappen, conseguiu gerir a situação com sucesso e os pilotos da Ferrari sofreram menos que a maioria da concorrência.
O chefe da Pirelli na F1, Mario Isola, insistiu que as bolhas são parte do jogo, mas reconheceu que o problema não deveria ser tão extremo.
“Nesta pista, o ano passado, tivemos algumas bolhas, por isso, consideramos que esta pista tem potencial para bolhas. Bolhas e rugosidades são dois efeitos que são bem conhecidos pelas equipas, e eles sabem como geri-los. Obviamente, não queremos ter uma situação em que tenhamos bolhas em todos os carros, porque aí não é uma corrida real. As pessoas têm apenas que gerir as bolhas ou trocar os pneus por causa disso, mas isso não deve influenciar o resultado da corrida. Nós podemos ter bolhas em Monza se estiver muito quente, especialmente na frente”, disse Isola.











