Além da vitória indiscutível de Thierry Neuville, o resultado de conjunto da Hyundai no Vodafone Rali de Portugal poderia ter sido ainda melhor caso Dani Sordo, Andreas Mikkelsen e Hayden Paddon tivessem concretizado o andamento que evidenciaram ao longo do rali. Tanto o espanhol como o neozelandês passaram pelo comando do rali mas Paddon viria a sofrer um acidente na segunda passagem pela classificativa de Ponte de Lima, na sexta-feira à tarde, para a qual entrou como líder da prova.
O ex-campeão do PWRC, que já não corria no WRC desde o Rali da Suécia, em fevereiro, teve de ser transportado para o hospital onde passou uma noite em observação. Paddon continua sem sorte no Rali de Portugal pois em 2016 o seu Hyundai i20 WRC tinha ardido nesta prova e no ano passado teve de desistir duas vezes com problemas mecânicos.
Quanto a Sordo foi penalizado em 10 segundos por embater nos pneus da Porto Street Stage e ainda partiu o pára-brisas no domingo, quando tentava a todo o custo chegar ao terceiro lugar. O espanhol terminou no quarto posto e garantiu mais três pontos extra na Power Stage.
Andreas Mikkelsen também teve um rali com problemas, sobretudo de direção assistida ainda na sexta-feira. O norueguês teve mesmo de usar o Rally 2 e ficou fora da luta pelos primeiros lugars, com a Hyundai a retirar depois potência ao i20 WRC para que Mikkelsen conseguia chegar ao final do rali.
Dos quatro i20 Coupe WRC, Andreas Mikkelsen correu com o seu habitual chassis 9, Thierry Neuville (chassis 10, o seu carro da Córsega e Argentina) e Hayden Paddon (chassis 7, carro de Sordo no México). Dani Sordo correu com o chassis 4, carro de Paddon em Portugal e Sardenha 2017.










