O piloto de Vila Nova de Famalicão, que alinhou no ano passado com a Speedy Motorsport, ainda não tem a certeza se participará no TCR Portugal este ano. O piloto está à procura de apoios para a época que se avizinha, tendo mesmo deixado a porta aberta para uma possível aventura para fora de portas, caso as condições se proporcionem:
““Está tudo em aberto. Há a possibilidade de surgirem boas notícias, mas para já não passam de hipóteses e nada mais que isso.”
Em relação a 2017, o piloto não participou na última ronda do campeonato, depois de em Braga ter regressado aos pódios, com um fim de semana de sensações mistas. O sábado correu bem ao piloto que subiu por duas vezes ao pódio mas no domingo tal já não voltou a acontecer:
“Fui o mais rápido dos treinos e sentia que podia vencer. Fiz dois pódios nas duas primeiras corridas, mas nas corridas de Domingo, sem nunca ter encontrado justificação para tal, era quase impossível de pilotar o carro e acabou por ser um dia mau para mim e para a equipa”.
O cancelamento das provas espanholas foi um aspecto que considerou negativo, até por ter patrocinadores com interesses em Espanha, o que complicou a sua continuidade no final da época.
O piloto admitiu que ainda não mostrou todo o seu potencial, desde que ingressou no TCR, e que têm surgido alguns pormenores que influenciaram o desfecho das corridas. A ambição mantém-se intacta e Machado, que já deu várias provas do seu talento, quer continuar a provar o seu valor e lutar por vitórias.
Para terminar, ainda apontou que a falta de apoios têm impedido várias jovens promessas de darem o salto dos karts para outras categorias. O talento existe mas falta apoios e dar visibilidade às conquistas: “Do que conheço não faltam talentos nos Karts, mas alguns perdem-se por falta de apoios e de visibilidade. Temos tido campeões em campeonatos internacionais, mas poucos sabem disso e sem visibilidade os pilotos perdem-se. Nunca houve falta de talento em Portugal”.










