A Liberty Media, por intermédio de Ross Brawn, limitou-se a lançar para cima da mesa a sua visão para o que podem ser os novos motores de F1 para lá de 2020, e só com isso numa questão de 24 Horas teve as três principais construtoras da F1 a insurgir-se contra si. A Mercedes foi cautelosa, a Renault foi um pouco mais longe e tentou colocar os adeptos do seu lado ao explicar melhor a sua visão e por fim a Ferrari partiu a loiça toda, ao ameaçar que se vai embora…
E isto ainda agora começou pois na próxima semana está prevista nova reunião, a primeira entre os responsáveis da várias equipas de F1 e a FIA, para discutir o que foi proposto para os motores mas logo a seguir a Liberty Media tem agendada nova reunião, novamente com o Grupo Estratégico da F1, desta feita, acredita-se para os planos mais abrangentes da F1, incluindo a possibilidade de um teto orçamental, uma nova estrutura governativa e uma reformulação da sistema desportivo e comercial que visa equilibrar mais o plantel.
Se foi feito tanto ‘barulho’ com o anúncio dos motores para 2021, que dizer com o que aí vem. Depois da ameaça que fez, Sergio Marchionne disse mais: “A Fórmula 1 está no ADN da Ferrari mas se mudamos tanta coisa que esta fica irreconhecível, não quero jogar mais. Não quero uma NASCAR global, simplesmente, não quero”.









