Já está decidida a nova fórmula de motores para a Fórmula 1 pós 2020. Mantém V6 turbo de 1.6 litros de cilindrada, ‘salta’ o MGU-H, a peça que gera energia para o motor, as rotações vão ser aumentadas em 3000 rpm, de 15000 para 18000 e só isto redundará num som mais ‘adequado’ às aspirações dos adeptos e não só. Os custos serão mais contidos, o MGU-K terá uma opção para utilização ‘estratégica’. Só um turbo, ao contrário do que se chegou a pensar. O armazenamento de energia e controlo eletrónico serão padronizados para evitar custos de desenvolvimento, design do motor ‘fechado’ para possibilitar trocas rápidas em caso de avaria entre sessões. Introdução provável de regulamentos mais restritivos de combustível e limite no número de combustíveis utilizados.
EM RESUMO
– Motor 1,6 L V6 turbo híbrido
– (Aumento de) 3000 rpm, mais rotações do motor para melhorar o som
– Parâmetros regulamentados de modo a restringir custos de desenvolvimento, e desencorajar projetos mais agressivos
– A remoção do MGU-H
– MGU-K mais potente com foco no uso manual na corrida com opção para economizar energia ao longo de várias voltas e dar ao piloto um elemento estratégico para gerir
– Turbo único com dimensões restritas e limite de peso
– Armazenamento de energia e controlo eletrónico padronizados
– Design regulamentado para permitir troca mais fácil de peças (ou motor), chassis e transmissão
– Estudar regulamentos mais restritivos de combustível e também limite no número de combustíveis utilizados.









