A Fórmula 1 está a preparar um calendário com 25 Grandes Prémios ( pode lá chegar, mas vai demorar) e o WRC não quer ficar atrás, estando a preparar temporadas com 16 ralis, já a partir de 2022. O objetivo é separar as provas por zonas geográficas, para ser mais fácil logística e financeiramente.
Olivier Ciesla é o responsável máximo do Promotor do WRC e um dos maiores defensores do alargamento do campeonato. O Mundial de Ralis tem várias provas interessadas, como a Croácia e a Nova Zelândia. As equipas é que não parecem muito agradadas com esta ampliação e alguns pilotos, como Jari-Matti Latvala, não descartam a opção, mas temem a diminuição dos testes.
“No meu primeiro mundial, em 2007, o calendário tinha 15 ralis, mas eu não fazia nenhum teste porque estava na segunda equipa da Ford, a Stobart. Podes fazer os 16 ralis, mas vais ter de limitar os testes, porque seriam três ralis a mais e isto significa mais três semanas fora, mais os dias de testes, dariam mais 50 dias fora, o que é muito. Se fizerem 16 ralis não é mau, mas para mim o ideal é 14”, disse Latvala.
Esapekka Lappi já se mostrou contra o alargamento do calendário: “Não me soa bem. Já estamos 200 dias fora de casa, se temos que fazer mais três ralis, significa que tens de fazer mais três semanas de testes, o que não me parece bem”.








