Depois do primeiro dia de testes de pré-temporada da Fórmula E, foi introduzida uma chicane na reta principal do Circuito Ricardo Tormo, de modo a reduzir a velocidade à entrada da primeira curva, tornando o perfil do traçado bem diverso ao que normalmente os monolugares elétricos encontram nos citadinos. Foi contudo criada uma abordagem a alta velocidade na zona de travagem com a qual os pilotos acordaram, apesar de ser invulgar num traçado da Fórmula E.
Sam Bird foi um dos pilotos que se queixaram da chicane da parte de manhã, e que mais tarde veio a causa uma situação de bandeira vermelha ao despistar-se naquele local na sessão da tarde. O britânico da Virgin Racing tinha dito que colocar a chicane era uma boa ideia porque “resolvia a questão da velocidade”. A chicane será colocada na linha de meta, o que permitirá dividir a reta em terços. Percebeu-se que terá o mesmo perfil da primeira, feita de dois blocos de cimento com pneus à sua frente. Sebastien Buemi, que anteriormente tinha dito que o traçado estava perigoso, afirmou ser positivo que os organizadores tenham ouvido as preocupações dos pilotos. “Chegávamos ali a cerca de 220 km/h”, explicou o suíço da Renault eDams.









Não percebo, 220km e acham demaos? Até um monolugar de f4 anda mais com putos de 15/16 anos e não se queixam
Desculpem, mas isto é absurdamente ridículo!
Pelo menos para um bota de elástico como eu, a quem esta formula eléctrica ainda não convenceu nem um pouco.
Chicanes improvisadas para travar a velocidade num circuito para corridas de fórmulas?!…
Mas então a ideia no automobilismo de competição, não é andar o mais depressa, explorando os limites da máquina e do piloto?
Querem ver que o paradigma mudou e ninguém me avisou!
O Sr. Agag é de facto um excelente vendedor…