Carlos Sainz igualou no passado fim de semana em Singapura o segundo melhor resultado da história da Toro Rosso, o 4º lugar (o melhor foi a vitória de Vettel em Monza 2008) , também já conseguido por Max Verstappen na Hungria 2015. Num fim-de-semana em que esteve debaixo dos holofotes por ter assinado com a Renault um contrato válido por uma temporada, o espanhol assinou uma performance notável, apesar de não ter um carro tão competitivo como o Force India de Pérez ou o Renault de Hulkenberg.
Já Jolyon Palmer, que tem vindo a protagonizar uma temporada complicada, com inúmeros problemas, o que levou a que soubesse, segundo ele através da internet, que não seria mantido na Renault para lá de 2017. No fim-de-semana em que conheceu oficialmente o nome do seu substituto, Palmer garantiu os seus primeiros pontos da temporada e, muito embora tenha beneficiado dos muitos abandonos entre pilotos que normalmente terminam à sua frente, o britânico teve o condão de evitar os erros que apanharam alguns dos outros. Somou oito pontos, que é… oito vezes mais do que o ‘pontinho’ que tinha obtido em 2016.
Numa disciplina como a F1, por vezes e quando menos se espera, as coisas acontecessem. Veja-se o caso da Mercedes e da Ferrari. A Mercedes chegou a domingo receosa e tristonha e a Ferrari confiante e de peito cheio. Vejam como saíram de lá…










