Hélio Castroneves é quase sinónimo de IndyCar nas últimas duas décadas. O piloto brasileiro pode ter feito, no último domingo, em Sonoma, a sua última prova na categoria a que chegou em 2001 para a equipa Penske, em que se manteve até agora. A Penske quer continuar com o brasileiro, que já tem 42 anos, mas agora na resistência, no IMSA SportsCar, onde a estrutura liderada por Roger Penske está envolvida num novo projeto com um protótipo DPi da Acura.
Ao mesmo tempo que congratulou o seu companheiro de equipa Josef Newgarden pelo título da IndyCar conquistado em Sonoma, Castroneves preparou os fãs para a possibilidade de deixar a disciplina: “Obviamente, dou os parabéns ao Josef pelo grande trabalho e à equipa Chevrolet/Penske pela grande performance nesse ano. Tenho que dizer que os fãs e toda a indústria da Indy, os pilotos, todos têm sido incríveis. Foi uma ótima temporada e vamos ver o que vai acontecer, mas agora vamos comemorar o título porque isso é o mais importante. Sinto que sou parte disso. Mesmo não tendo sido eu o campeão, trabalhámos duro para trazer essa conquista para o Roger”.
O ‘Spider-Man’ [Homem-aranha] – apelido que ganhou ao escalar a vedação de Detroit, depois de seu primeiro triunfo no CART, em 2000, quando ‘trepou’ pela vedação – voltou a conseguir vencer, quebrando assim um jejum de mais de três anos sem vitórias. “Ainda me sinto como um miúdo. Sinto que tenho mais combustível para queimar do que nunca. Não importa o que aconteça no futuro, sei que o nosso anúncio está próximo, mas não importa se for aqui ou em sportscars. A minha meta é sempre vencer corridas”, disse o quatro vezes segundo Vice-Campeão da IndyCar.










