Gene Haas, dono da Haas, quer evitar a tendência do ‘piloto pagante’ cada vez mais normal na Fórmula 1. No ano passado, o primeiro ano da equipa na F1, a Haas escolheu Esteban Gutierrez, que veio com o apoio da Ferrari e com patrocinadores mexicanos. O piloto mexicano não correspondeu e foi substituído este ano por Kevin Magnussen. Numa altura em que a Ferrari está à procura de lugar para Antonio Giovinazzi e Charles Leclerc, a Haas confirmou que vai manter Magnussen e Romain Grosjean para 2018.
Questionado se voltaria a aceitar um ‘piloto pagante’, Gene Haas foi claro: “Não, neste momento não. Não faz muito sentido num negócio como este. Não é segredo para ninguém que custa 60 milhões de dólares para por um carro na pista durante toda a temporada. Se alguém nos der 5 ou 6 milhões continuas com um défice de 55 ou 54 milhões de dólares. No meu ponto de vista precisamos de marcar pontos e é assim que vamos ganhar mais dinheiro. Esse é o nosso modelo comercial”.










É assim mesmo. Haja patrocinios para esses 60 milhões.
Pilotos pagantes toda a vida houve e sempre haverá. Se não houvesse pilotos pagantes a F1 tinha 10 carros para aí, e noutras disciplinas seria a razia quase total. E este homem sabe bem que tudo funciona à base de dinheiro, principalmente em desportos caros como este.