Depois de em 2016 ter utilizado um motor com um ano da Ferrrari, a Toro Rosso juntou-se à Red Bul no uso dos motores Renault, mas ambas as equipas consideram que as unidades de potência da marca francesa estão ainda aquém da Mercedes e da Ferrari, e muito provavelmente as duas próximas provas, na Bélgica e na Itália vão lhes ser desfavoráveis. Enquanto a Red Bull acredita que pode estar numa forma “razoável” em Spa, a Toro Rosso está mais apreensiva.
Franz Tost considera que a sua equipa se vai debater bastante no fim de semana: “Nas curvas de média velocidade o carro funciona bastante bem, pois aí o motor não é uma prioridade, tal como foi Canadá, Áustria, Baku ou Silverstone. Espero que uma vez que estejamos em Singapura, América e, espero eu, também no Japão, sejamos competitivos. Espero problemas em Spa e Monza por que há retas tão longas que simplesmente precisamos de potência de motor, algo que nos falta um pouco”.
O diretor da equipa Toro Rosso diz que está contente com a forma como a equipa progrediu este ano, dado que não tem os recursos das equipas de topo. Ao longo da temporada tem sentido algumas dificuldades, tendo algum défice de andamento antes da pausa de verão, como tinha sentido quando a época se iniciou na Austrália, em março: “Atualizamos o carro, fizemos alguns progressos mas também temos um orçamento limitado. Não podemos, como as equipas de topo, surgir com muitas atualizações em cada corrida, porque elas têm o dobro do dinheiro que nós temos. Temos que calcular sempre o que fazemos, e acho que até agora temos feito um trabalho razoável”.









