A Fórmula 1 este ano está equilibrada quer à frente quer no meio, mas a diferença entre estes dois ‘blocos’ de equipas é tão grande que em circunstâncias normais as seis primeiras posições de cada Grande Prémio serão para os pilotos da Mercedes, Ferrari e Red Bull. Além disso, a Force India tem estado muito forte – o que não é novidade – colocando os seus pilotos consistentemente nos pontos. Sergio Perez e Esteban Ocon apenas falharam os 10 primeiros por duas e uma ocasião, respetivamente. Pelo que ficam a faltar duas posições para as restantes seis equipas e é aqui que tem existido algum indefinição e variação. Neste contexto, Carlos Sainz Jr. gostava de ver um maior equilíbrio na competição, mas não é isso que sucede: “Eu acredito na igualdade. Acredito que a Mercedes, Ferrari e Red Bull, precisem de lutar pelo título, mas também acredito que seria muito mais excitante se pelo menos metade das restantes equipas pudessem lutar pelo pódio. Neste momento isso é completamente impossível. Nenhuma das equipas do meio da tabela consegue sequer estar perto de lutar por pódios, em circunstâncias normais. Na Áustria o Grosjean teve um excelente fim de semana e mesmo assim só conseguiu o sexto lugar. Deviam existir mais oportunidades para brilhar nas equipas do meio, neste momento não temos nada disso”, disse o piloto espanhol da Toro Rosso.









O artigo começa logo mal porque a fórmula 1 está sim escandalosamente desigual porque não é ter 2 pares de carros com 3 voltas de avanço sobre os restantes que se traduz em equilíbrio. Aliás pináculo máximo 3 categorias MotoGp já toda gente se relembra o que é ter grupos da frente e o restante perto desse mesmo grupo algo que esta fórmula está totalmente carente e esquecida do seu passado…. Portanto o Sainz e todos os pilotos que há anos tocam sempre neste assunto têm razão que esta fórmula está tão equilibrada como um muro de trolha embriagado. Aliás… Ler mais »