Ralicross: Animação do princípio ao fim em Lousada
Animação foi coisa que não faltou no 60º Ralicross de Lousada, que estreou um novo traçado na pista da Costilha, com a curva três alterada para receber o Campeonato Nacional de Ralicross, Kartcross e Super Buggy. Um fim de semana de calor com provas para todos os gostos.
No Super Car e Super Nacional 4WD, Pedro Matos (Citroën DS3) conquistou a ‘pole-position’. Duas vitórias nas primeiras corridas chegaram para fechar as contas na frente, enquanto Joaquim Santos resolveu os problemas no Ford Focus e finalmente pode alinhar na segunda corrida de qualificação, em que foi segundo atrás de Pedro Matos. Depois Santos venceu na final, onde Matos se viu traído pela mecânica do seu Citroën, sendo apenas terceiro, enquanto Ana Matos (Mitsubishi Lancer EVO VI) se impôs nos 4WD.
Nos Super 1600 João Ribeiro (Citroën Saxo 1600) tinha a ‘pole-position’ para a final e não desperdiçou a oportunidade, impondo-se numa final onde, como se esperava, Hélder Ribeiro Citrën C2 S1600) era o rival, até ao momento em que fez um pião. A partir dessa altura os principais adversários de Ribeiro passaram a ser Marco Teixeira (Ford Fiesta) e José Eduardo Rodrigues (Peugeot 206 S1600), com Rodrigues a assegurar a segunda posição após a ‘joker lap’. Atrás de Rodrigues terminara Joaquom Machado (Peugeot 206 S1600) Rogério Sousa (Peugeot 207 S1600) e Rui Sirgado (Citroen DS3 S1600).
Luís Morais (Peugeot 106) venceu a Super Nacional A 1.6, apesar de Sérgio Dias (Citroën Saxo) partir com alguma dose de favoritismo, por via dos êxitos nas segunda e terceira corridas de qualificação. Em ambas bateu Luís Morais, que acabaria por levar a melhor na final, marcada por uma interrupção, devido a um acidente na curva dois. No recomeço foi Pedro Tiago (Peugeot 106) quem levou a melhor, antes de fazer um pião e Sérgio Dias passar para a frente até à ‘joker lap’, que promoveu Luís Morais a uma liderança que não mais largaria. Dias teve de se contentar com a segunda posição, na frente Américo Sousa (Citroën Saxo), enquanto Pedro Tiago foi quarto, diante da melhor senhora, Andreia Oliveira (Toyota Starlet).
Pedro Rosário (Semog bravo ER) chegou viu e venceu no Kartcross. Ganhou a derradeira corrida de qualificação, conseguiu a ‘pole-position’ para a final, e aí bateu toda a concorrência. Ainda que José Luís Pereira (AG Sport) não lhe tenha dado um minuto de descanso, vindo depois a descer para terceiro devido a uma penalização por ter cruzado as linhas da ‘caixa’ de partida. O beneficiado foi Mário Rato (Semog Bravo), que assim foi segundo. Jorge Gonzaga (ASK R268) e José Mota (Semog Bravo) fecharam o top cinco.
Também nos Super Buggy Ludgero Santos (Toniauto TNTT) não seu hipóteses à concorrência, e depois de se impor nas corridas de qualificação levou a melhor na final, que liderou do princípio ao fim, levando atrás de si Rafael Teixeira (Toniauto TT). O interesse recaiu na disputa do terceiro posto, que acabaria por ir para António Estêvão (CRT MXG), após uma grande disputa com Arménio Rodrigues (Atmos Strong) e Nelson Barata (Toniauto TT), que terminaram por esta ordem.
Luís Moreira (BMW 325i) levou a melhor na Super Nacional 2 RM, depois de na segunda corrida de qualificação se ter imposto, a que juntou mais dois segundos lugares e terminou na frente o que lhe deu a pole-position para a final. Aí só teve a oposição de Celmo Guicho na primeira volta, já que a direção do Renault Clio acabou por quebrar quando o piloto de Vila Real não evitou a colisão contra as barreiras. Daniel Sousa (Peugeot 106) herdou a segunda posição, diante de José Sousa (Peugeot 306), José Queirós (Peugeot 206) e Fábio Silva (Peugeot 106).
Na Super iniciação João Novo (Peugeot 106) foi o vencedor, ainda que Rafael Rocha tenha dominado as corridas de qualificação com dois triunfos. Francisco Silva (Citroën Saxo), que tinha tido uma qualificação atribulada conseguiu ser segundo na final, enquanto Rafael Rocha teve de se contentar com o último lugar do pódio.
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