Se há coisa que o Grande Prémio do Azerbaijão não foi é monótono. Lewis Hamilton parecia que tinha a corrida na ‘mão’, somara mais uma ‘pole-position’, liderava no começo da corrida, e com o seu companheiro de equipa a atrasar-se devido ao desentendimento com Kimi Raikkonen tudo parecia correr-lhe de feição. Depois veio aquele incidente com Sebastian Vettel e tudo mudou de figura.
Um improvável Daniel Ricciardo emergiu de toda a confusão que ocorreu para obter um triunfo surpreendente em Baku. Uma corrida meio louca, plena de caos, que foi semeando ‘vitimas’ pelo caminho, algumas por culpa própria, como foi o erro que colocou um fim precoce à corrida de Nico Hulkenberg.
Ricciardo venceu, mas outros dois candidatos, Raikkonen e Bottas, também o poderiam ter feito se não tivessem deitando por terra as suas hipóteses ao tocarem-se no começo da prova, e há também Max Verstappen, o único que nem chance teve para provar o que poderia fazer, pois a mecânica traiu-o à 13ª volta. Assim como veio a trair Felipe Massa e privá-lo de um provável pódio.
E depois há as três situações de ‘safety car’, causadas naturalmente pelos percalços acima citados, para além de um outro ‘herói’ para além de Ricciardo, chamado Lance Stroll, que soube evitar todos os acidentes para alcançar o seu primeiro pódio na F1. Claro que o incidente entre os dois maiores candidatos ao título concorreu para o desfecho de Baku e vai ainda fazer correr muita tinta.








