Joaquim Alves considera que ainda pode melhorar a sua prestação nos ralis de asfalto. No Rally Casino de Espinho obteve um excelente quinto lugar, e logo naquela prova em que corre ‘em casa’, dada a proximidade geográfica com Oliveira de Azeméis.
Na prova do Targa Clube Joaquim Alves obteve o seu melhor resultado de sempre em pisos de asfalto, e isso é motivo de grande satisfação, tanto mais que o fez diante do seu público: “Este é um rali especial, onde tenho o meu público as pessoas que conheço, amigos, e uma parte da população de Oliveira de Azeméis estava a assistir a apoiar”. A quinta posição é também o materializar de um objetivo do piloto de Cesar, que admite querer mais. “Sinto-me mais à vontade na terra. Mas agora já acho que estou melhor no asfalto e vai ser para continuar essa evolução. Claro que apesar de gostar de terra, em Mortágua não vou entrar muito agressivo, porque no ano passado não me dei bem com isso”, considera.
Do passado da carreira de Joaquim Alves constam automóveis muito menos potentes que o Ford Fiesta R5, como o Renault Clio e o Skoda Fabia S2000, cada ele representando um patamar de competitividade e exigência: “Este é o passo de gigante, porque cheguei a um nível onde é necessário algo mais. Mas este quinto lugar mostra que evolui”. “Foi importante ter havido um 2016 com este carro. Um R5 não é ‘só’ comprá-lo e guiá-lo e que ele funciona. Estes carros são muito técnicos, é preciso uma condução muito particular. Sei de pessoas que vêm de carros mais potentes e não os conseguem guiar. Eu vinha habituado a conduzir Porsche e tive aqui um período de adaptação”, refere também o piloto de Cesar.










