A conclusão tardia do acordo com a Lotus no final de 2015 significou que durante 2016 a Renault teve um monolugar que não foi feito para o motor da marca. O novo RS17 já foi desenhado de acordo com o motor e vice-versa. É de esperar por isso que a Renault tenha melhorias significantes comparado com a época passada. Os testes suportam esta ideia: o RS17 foi 4s mais rápido que em 2016 em Barcelona, uma recuperação maior que qualquer outra equipa a par da Ferrari. Os resultados parecem promissores, até agora. De acordo com a própria equipa, os resultados foram melhores do que esperado.
No entanto, existiram alguns problemas que impediram a Renault de acumular muitos quilómetros, a Mercedes, por exemplo, fez quase o dobro. Apesar disto, Nico Hulkenberg, que chegou à Renault este ano, acredita que a equipa terá dificuldades em garantir pontos em 2017. O ano passado apenas por três vezes a equipa conseguiu terminar no top10. O alemão está preparado para ser paciente, agora que agarrou a oportunidade de se juntar a uma equipa de fábrica, algo que aprecia muito devido à sua experiência com a Porsche. Mas as dúvidas sobre a Renault continuam. Frederic Vasseur contratado o ano passado já saiu, e foi com surpresa que a Renault perdeu a oportunidade de trazer de volta o designer James Allison.










