Depois de uma temporada aos comandos de um Ford Fiesta R5, esta época Fernando Peres reformulou a sua participação, em virtude da sua vida profissional, levando-o a não disputar o Campeonato Nacional de Ralis e a optar pelo Troféu Nacional de Ralis Terra.
“A minha vida profissional estar não me vai permitir dedicar o tempo que acho necessário para correr de R5. Não quer dizer que não possa voltar para o ano. Pelo que vou voltar ao nível de 2015”, começa por explicar. “Decidi fazer este campeonato de ralis de terra e possivelmente fazer uma ou outra prova e há outros projetos que decidi abarcar, nomeadamente os clássicos. Quero ver se consigo restaurar os carros com que fui campeão”, refere também o piloto portuense. Para além disso, o novo formato do campeonato merece uma viva crítica de Fernando Peres, para quem a solução de oito provas e sete pontuações não faz qualquer sentido. “Acho mal, porque penso que os pilotos têm de estar nas mesmas provas. Temos pontuações a mais a contar para o campeonato, o que faz com que o campeão possa ser o mais regular e não aquele que é mais rápido. Não faz sentido em oito provas contarem sete, nem faz sentido estarmos com um formato que existia há muitos anos, em que um vai a uma, e outro vai a outra prova”, considera o piloto do Porto.
A situação do Rali de Portugal, ainda sem ter todos os dados, merece também uma observação de Fernando Peres: “Depende muito de como vai ser. Acho que era importante, mas era importante saber como. Sou frontalmente contra os portugueses não passarem todos seguidos. Mas a fazer também é preciso haver retorno”.












