Em 2015 Nico Rosberg voltou a ser batido pelo seu companheiro de equipa, Lewis Hamilton, tendo que se contentar com o vice-campeonato do Mundial de Fórmula 1. A época de 2015 termina no próximo fim de semana, com o Grande Prémio de Abu Dhabi, e o piloto alemão, que chega à última ronda depois de duas vitórias – México e Brasil –, entende que “vencer três corridas consecutivas não é o mais importante, mas sim sair daqui com uma vitória que me permite terminar em alta e dar aos mecânicos motivos para festejar. O que gostava mesmo era dar um grande espetáculo”.
Olhando para 2016, Rosberg acredita que “as regras vão manter-se as mesmas no próximo ano e o que se aplica agora é válido para o próximo ano também, portanto o que fizer bem agora vai ajudar-me para o ano. No inverno, com o novo monolugar, muita coisa vai mudar, e não sendo um reset completo, é sempre parcial. Não sei como avaliar a minha época, sete e meio ou algo assim. O problema é que o Lewis teve um número maior, mas tudo bem…”
Sobre o seu 2015, o piloto da Mercedes considera que “no último ano estive rápido em qualificação e no início deste ano não, agora estou novamente. Têm havido por isso alguns altos e baixos e, neste momento, sou aquele que está em vantagem”. Já sobre o monolugar da Mercedes, “não sei exatamente ao que o Lewis se refere quando fala em alterações do carro depois de Singapura, mas não senti qualquer alteração no monolugar ou algo do género.
“Há sempre pequenas coisas e peças em que tento mexer para mudar alguma coisa, as quais sinto que poderiam ser benéficas. (…) Mas raramente há algo que me irá ajudar apenas a mim e não ao Lewis, mas claro que há coisas que estou a tentar melhorar, claro. Esta é uma ótima pista, com certeza. Estive no pódio aqui há dois anos atrás e gostei disso e estou ansioso por isso novamente”, finalizou.












