Apesar de ter perdido o apoio do Banco do Brasil, Felipe Nasr mostra-se disponível a tudo para continuar ligado à Sauber por mais uma temporada. O brasileiro admitiu que a perda do patrocinador tornou esse propósito muito mais difícil, apesar de ter sido responsável pelos únicos pontos da equipa graças ao fabuloso nono lugar obtido na penúltima prova do ano, o GP do Brasil. Pontos que foram determinantes para que a equipa recebesse um impulso financeiro decisivo.
“Não ajuda, mas não posso fazer nada quanto a isso”, disse Nasr ao motorsport.com. “Temos que trabalhar numa solução. Mas sabemos como o tempo é crucial na Fórmula 1. A minha prioridade é continuar com a Sauber, por isso vamos ver. Agora que o campeonato chegou ao fim posso focar-me nesse objetivo”.
O brasileiro acrescentou depois que “o dinheiro ainda está acima do talento” na Fórmula 1, talvez uma farpa ao seu colega de equipa Marcus Ericsson, cuja permanência na Sauber em muito se deve ao facto de os seus principais apoiantes terem comprado uma participação na equipa.
Questionado sobre se Monisha Kaltenborn tinha deixado a porta aberta enquanto ele procurava arranjar esse importante financiamento para continuar com a Sauber, Felipe mostrou-se às ‘escuras’ sobre o assunto:
“Não sei. Têm que perguntá-lo a ela. Tudo o que posso dizer é que eu dei à equipa aqueles dois pontos. É o melhor acordo de patrocínio que poderias pensar”.
Assinar pela Manor também é uma possibilidade: “Não estou a fechar a porta a ninguém neste momento. Estou realmente a analisar as opções em cima da mesa e perceber o que é melhor para o meu futuro”, concluiu.










