Num momento em que o atual tricampeão do mundo é desejado por todos os quadrantes, da M-Sport de Malcolm Wilson à Toyota de Tomi Makkinen e a Citroën de Yves Matton, Kris Meeke, atual número 1 dos franceses e um dos maiores opositores de Sébastien Ogier em 2016, conquistando duas vitórias em Portugal e na Finlândia, afirmou que gostaria de tê-lo ao seu lado no próximo ano.
“Não teria qualquer problema se o Sébastien regressasse à Citroën”, afirmou Meeke ao Autosport inglês. “Não discuti o tema com a equipa, mas pessoalmente preferiria tê-lo comigo na mesma equipa do que num carro que pudesse ser percepcionado como ‘melhor’. Seria mais nivelado, se quiseres. Mandei uma mensagem ao Sébastien quando as notícias saíram e disse-lhe que estava triste pelo que tinha acontecido e que, independentemente do carro, adoraria vê-lo na linha de partida do Rali de Monte-Carlo”.
O britânico acrescentou:”Não falei de todo com o Yves [Matton] sobre isto, mas eu não me importo com quem vem para a equipa e se algum dos três vem. Tive alguns problemas com dois dois potenciais pilotos para a equipa, estava preocupa se podiam ser disruptivos para a equipa, mas não é o caso com o Ogier, Latvala ou o Mikkelsen. Estes tipos estão preparados para arregaçar as mangas e trabalhar a fundo e isso é tudo o que eu quero fazer”.
Meeke não escondeu, no entanto, lamentar a oportunidade perdida de se medir contra a Volkswagen em 2017:
“Passámos tanto tempo a prepararmo-nos para lutar contra os campeões e agora essa hipótese desapareceu, o que é uma pena. Seria realmente interessante ver o que poderíamos fazer contra eles no próximo ano. Esta é uma das maiores perdas desta decisão: ninguém vai ter uma hipótese de se medir contra aquele carro”.










