Kimi Raikkonen está a uma corrida de terminar a sua segunda época no Campeonato do Mundo de Fórmula 1 com a Ferrari, depois do seu regresso à Scuderia italiana. Com a continuidade assegurada para 2016, o finlandês considera que “este foi um ano muito mediano. Melhor que o último mas ainda assim mediano. É a vida e tentaremos fazer melhor no próximo.”
O Grande Prémio de Abu Dhabi do próximo fim de semana será o último da temporada de 2015 e o finlandês entende que “este tem sido um ano mais forte para a equipa e facilmente se pode ver isso. Obviamente que o objetivo é estar na frente mas a Mercedes tem sido muito forte. Seremos capazes de os desafiar? Veremos como irá correr mas precisamos de ver o que acontece quando pusermos o monolugar na pista e começarmos a correr. Todos os números e todo o trabalho realizado na fábrica dizem que deveremos ter feito progressos mas temos de esperar para ver. Apenas quando começarmos a correr na pista saberemos se isso foi suficiente para sermos capazes de desafiar a Mercedes”, explicou.
“O Bahrain foi o nosso melhor resultado mas isso não significa que tenhamos estado melhor que em outros fins de semana – o resultado final parece melhor. Melhorámos muito desde o último ano – quando não terminamos cinco corridas não esperamos estar lá em cima e a lutar por posições de topo. (…) O próximo ano será um novo desafio e estou certo que poderemos fazer melhor“, frisou.
“Vamos dar o nosso melhor e esperamos que isso seja o suficiente para lutar pelo campeonato. Continuamos a melhorar, a fazer o que fizemos desde o último ano para este e esperamos que isso seja o suficiente para a Ferrari estar onde deve estar. Podemos prometer tudo o que queremos, mas isso é suficiente? Não há motivo para fazer grandes promessas, apenas que iremos fazer o nosso melhor”, comentou.
Em relação à deslocação ao circuito de Yas Marina, Raikkonen entende que “as novas pistas parecem consideravelmente parecidas porque elas foram desenhadas pela mesma pessoa. Não estou a dizer que não é bom mas elas são todas o mesmo. Gostava dos antigos circuitos, existia um ambiente ‘normal’, enquanto aqui é um circuito no meio do deserto. Vamos para onde tenhamos de ir, o fim de semana é o mesmo, são as mesmas pessoas e nós fazemos as mesmas coisas todos os fins de semana”, concluiu.











