Depois de terem hoje ressurgido os rumores que Valtteri Bottas era uma forte possibilidade para a Renault, nos bastidores aceleraram-se negociações e depressa surgiram novidades. Nico Hulkenberg assinou um contrato de dois anos com a Renault, para as épocas de 2017 e 2018 com o alemão a ter ainda mais um ano de opção para 2019. Resta saber se a Renault aposta forte e contrata também o finlandês que está na Williams.
De acordo com o que Bob Fernley já tinha dito anteriormente, a sua equipa deverá libertar Hulkenberg, mantendo Sergio Pérez. Desta forma, a Renault passa a ter apenas um lugar disponível – se não avançar com Bottas – e o mais provável a ocupá-lo, caso Bottas fique na Williams é Esteban Ocon, que, curiosamente também é candidato a ir para a Force India, para o lugar agora deixado vago. Só que não é só o francês a ser hipótese para este lugar, pois isso também sucede com Pascal Wehrlein, numa decisão que pode ainda levar algum tempo, pois a Mercedes pode querer avaliá-los mais tempo.
Como já se percebeu, o mais provável é que os atuais pilotos da Renault, Kevin Magnussen e Jolyon Palmer percam os seus lugares, mas com a possível escolha de Ocon para a Force India, um deles, provavelmente Magnussen, poderá ficar. Por outro lado, a possibilidade de Valtteri Bottas permanecer na Williams é forte, e com Lance Stroll a entrar, não parece nada provável que a Williams se permita perder duma assentada uma dupla experiente como Bottas/Massa. Para o lado de Stroll terá que ir um piloto forte, pois o ‘pai’ Stroll não deverá ficar nada contente em ter ao lado do seu filho um piloto que não ajude o canadiano a crescer. Por isso, parece lógico que a Williams tem que ‘aguentar’ Bottas.










