Na semana em que foi rejeitado o projeto de motores alternativos e mais baratos na F1, o ex-presidente da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), Max Mosley, veio criticar as equipas com mais posses pela resistência que têm demonstrado a um nivelamento de custos em relação às equipas menores.
Para Mosley, a Formula 1 é “demasiado cara”, justificando que “existem apenas duas ou três equipas que podem realmente dar-se ao luxo de gastar o dinheiro que está a ser gasto nesta altura”, afirmou o ex-presidente da FIA ao canal de televisão BBC.
“Os pequenos vão ou estão na iminência de ter de parar ou, em último caso, verem acentuar-se a desvantagem para os grandes por falta de dinheiro. Eu não vejo como se pode fechar os olhos a esta questão até que esteja realmente resolvido o problema”, afirmou Mosley.
Para o antigo homem forte da FIA, um teto orçamental faria com que o engenheiro mais inteligente, e não o mais rico, sobressaísse na Fórmula 1. “As equipas ricas não querem que as menos ricas se tornem competitivas”, frisou.
Com o veto da comissão de Formula 1 à introdução de um motor alternativo, a FIA e Bernie Ecclestone deram um prazo – até 15 de janeiro – para a apresentação de um projeto de redução de custos.











