Kevin Magnussen aproveitou o que se passou no primeiro treino livre de hoje, quando o fogo deflagrou no seu Renault, com o piloto a ter que sair rapidamente do seu carro já que as chamas cresceram rapidamente para advertir para a questão do Halo de proteção dos pilotos, que iria dificultar caso estivesse montado no seu carro: “Na minha opinião, cinco segundos é demasiado tempo com o carro a arder”, mas o presidente da GPDA, Alexander Wurz, negou que Halo pudesse colocar Magnussen em perigo após o incêndio: “Talvez demorasse mais meio segundo a sair do carro, mas com o fato de competição ele teria sempre cerca de 50 segundos até que o fogo pudesse ser um grande problema. Reparem que há dez anos, poder-se-ia ter dito que o HANS não era bom porque obriga os pilotos a colocar os ombros de fora antes de sair”, recordando que isso também faz com que a saída do carro seja um décimo mais lenta.









