F1: Ferrari ‘vira-se’ para Ross Brawn
De acordo com o motorsport.com, a Ferrari olha para Ross Brawn como o possível ‘salvador’ da atual situação da equipa, depois de Marchionne ter convocado uma reunião de emergência com a equipa de engenheiros da Scuderia para perceber as dificuldades concretas do SF-16H.
A ligação com o homem que, em conjunto com Michael Schumacher, Rory Byrne e Jean Todt foi o responsável pelo período mais ‘dourado’ da marca existiria apenas do ponto de vista da consultoria, estando colocada de parte a ideia de Brawn voltar a assumir o cargo de diretor técnico.
Com o inglês aparentemente satisfeito com a sua retirada desde que deixou a Mercedes, no final de 2013, a Ferrari terá dificuldades em convencer o seu antigo funcionário, apesar de a proposta que aparentemente está em cima da mesa dispensar a sua presença, a tempo inteiro, na fábrica.
Numa recente entrevista concedida à Sky Sports, Brawn admitiu que não está nos seus planos regressar à F1:
“A minha natureza quando eu estava envolvido era dedicar-me 24 horas por dia, sete dias por semana, e não sei se quero isso novamente. Nunca digas nunca sobre nenhum destes assuntos, mas encontro-me bastante satisfeito com o que estou a fazer neste momento e nada de novo surgiu com capacidade de alterar esse quadro”, assegurou.
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João Pereira
19 Julho, 2016 at 12:31
Na Ferrari, ás vezes sabem o que estão a fazer, mas Brawn teve resultados com Rory Byrne, Schumacher e Briattore e depois mantendo os dois primeiros mas com Todt. Depois disso teve o título da Brawn, mas com um final de época “arrasquinha”, quando o seu (da Super Aguri) duplo extractor deixou de ser uma clara vantagem e depois mais três anos de fracasso total na Mercedes, já com Schumacher velho e sem o perdão da FIA para as malandrices, acabando por sair os dois da F1 pela porta pequena que dá para o beco onde estão os contentores do lixo.
Resumindo: Brawn funcionou bem com um bom engenheiro (Byrne) e com três bons malandros (Briattore, Todt e Schumacher).
Resta saber que bom engenheiro a Ferrari vai contratar, será James Key? Quem vai a dirigir a equipa, já que Brawn seria apenas consultor? Quem são os malandros que Brawn vai recomendar à Ferrari? Briattore está mal visto, Todt está Presidente, Schumacher está coitado. Para piloto, pode ser Rosberg que é malandrinho e ainda não conseguiu fechar com a Mercedes (e provavelmente depois do que se passou a coisa ainda vai demorar), não seria difícil à Ferrari mandar novamente o Kimi para casa, e ele até talvez gostasse, mas continuo a não ver a Ferrari com dois alemães, nem os dois alemães a verem-se um ao outro. Aliás, nem valia a pena referir o assunto, porque creio que ninguém tem dúvidas de que o problema da Ferrari não está na dupla.
A questão é: A Ferrari precisa mesmo de Brawn? Claro que sim, se quiser continuar a pescar atirando sempre o anzol para o fundo do barco, porque de resto eu acho que nem a Ferrari, nem ninguém precisa de Brawn, e até ele parece saber disso.
A Ferrari continua à pesca, mas num lago onde só há rãs e peixes a boiar.
Tono da Bike
19 Julho, 2016 at 12:43
Pelo tipo de “discurso” que fez, creio que o seu Nick Name está errado…. Devia ser Renie e não Ernie! Aliás isso era o que deveria tomar…. Fazia bem para a sua azia.
João Pereira
19 Julho, 2016 at 13:22
Kompensan S!
Frenando_Afondo™
19 Julho, 2016 at 18:27
Engraçado, quando querem deitar abaixo alguma personagem têm sempre memória selectiva… Falam que ganhou, sim, ganhou mas foi por causa dos outros, não por mérito próprio. Depois esquecem-se de partes como a de 2014, que em parte ainda foi trabalho de Ross Brawn, sim, porque ele ajudou a desenhar o monolugar de 2014, coisas que ainda hoje são usadas, visto que as regras não mudaram assim tanto.
Porque é uma grande coincidência ele conseguir estar sempre em equipas que ganham, Benetton, Ferrari, Brawn, Mercedes… Bem, o homem tem um dom para saber onde tem que estar para ficar com o mérito todo sem fazer grande coisa (lógica dos haters).
Mas isso não interessa falar né? Afinal ele ganhou porque foi de arrastão, não por mérito próprio.
É a mesma conversa de Vettel e Alonso, o alemão é muita mau, quando ganha é o carro, quando perde a culpa é toda dele. Já o espanhol, o mago das conduções, deus na terra, quando ganha, foi ele que extraiu 3 a 4 segundos mais do que o que o carro podia dar, quando perde, é tudo a culpa do carro, dos pneus, da equipa, da aerodinâmica, da fiabilidade, do cabelo que estava mal penteado porque o engenheiro não é cabeleireiro.
Não há pachorra.
João Pereira
19 Julho, 2016 at 20:31
O assunto era Brawn, e acho que expliquei que ele ganhou na Benetton e na Ferrari com o mesmo piloto (campeão dos truques e malandragem), o mesmo projectista Rory Byrne, trocando apenas Briattore por Todt, ambos reconhecidos manhosos e manipuladores da FIA e seus regulamentos. Ganhou na Brawn com a vantagem que o duplo extractor (idealizado pela Super Aguri) no inicio da época, e a estrebuchar na segunda metade, porque não conseguiu evoluiro o carro. E ao contrario do que o meu caro diz, na Mercedes ele não ganhou porra nenhuma, porque não soube fazer o seu trabalho de coordenação. Quanto a projectar carros, os Benetton e Ferrari foram projectados por Rory Byrne, o Brawn por quem estava na Honda que não recordo, assim como não recordo quem eram os projectistas da Mercedes nos primeiros 3 anos, mas o que é certo é que tanto Brawn como o alemão gordo que lá estava como director desportivo, foram postos a milhas e a coisa começou a andar da maneira como hoje se vê.
Pelo menos este ano, ainda não viu nenhuma critica negativa minha a respeito de Vettel ou Alonso (Já viu em relação a Rosberg e Kvyat) nem sequer os mencionei neste post, mas cá vai:
Com respeito a Vettel, só tenho a apontar, que começou a queixar-se demasiado do comportamento dos outros pilotos em pista (Não conto com Kvyat no Monaco).
Alonso tirou 4 segundos que o carro não tinha para dar? E o caro forista diz isso baseado em quê? Na diferença para Button? 4s é mais que a diferença máxima entre a PP e o último da grelha em todo o ano até agora, como os Mclaren têm andado juntos no meio da grelha com máximo de 0,5 ou 0,7s de diferença (com vantagem para Alonso) e Button até já sacou uma segunda linha.
Quanto a penteados e cabeleireiros, não percebo nada, e é pessoal que se está à minha espera, vai morrer de fome, sou careca e o pouco cabelo que tenho, rapo todos os dias com a gilette, para ficar bem lisinho e brilhante.
Estou a pensar que o meu caro não sabe a razão da sua falta de pachorra.
Mas se gosta da Ferrari, reze para que não vão buscar Ross Brawn, porque a coisa vai ficar bem mais baralhada. Eles que saquem o James Key à Toro Rosso e dêem-lhe um carta branca, como a Red Bull fez a Newey quando o contratou para pôr a ex-Jaguar a ganhar campeonatos.
Cumprimentos.
Frenando_Afondo™
19 Julho, 2016 at 21:25
Dei o Vettel e Alonso como exemplos de dualidade de critérios, não entendeu? Temos pena.
Quer se queira quer não, Ross Brawn foi um dos mentores das vitórias na Benetton, Ferrari, Brawn e também a Mercedes de 2014, porque o trabalho dele está lá. Para quem não gosta há comprimidos bons para isso.
E não gosto da Ferrari, sou fã da Mclaren (que já o disse em outros comentários, caso não tenha reparado antes de por o voto negativo).
“comprimentos”.
João Pereira
19 Julho, 2016 at 22:35
Oh homem! Passe-me lá a receita dos comprimidos para passar a gostar do Brawn.
Já agora, acho que não dei pontos negativos, mas se o seu problema são pontos, vamos já tratar disso, vou lar-lhe um like em cada uma das respostas que me deu neste post.
“larguras”.
Frenando_Afondo™
20 Julho, 2016 at 17:59
Isso dos comprimidos tem de marcar consulta, não é assim à balda.
“alturas”.
João Pereira
19 Julho, 2016 at 22:36
Já está! Dois pontos “fixes”. 😀
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19 Julho, 2016 at 22:36
Com tanto disparate que escreve, por favor dedique.se aos penteados..
Frenando_Afondo™
20 Julho, 2016 at 17:59
Já argumentar contra ao que digo é que nada. Que corte vai querer?
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24 Julho, 2016 at 3:40
Não estava a responder a si, mas já que se identificou com a questão dos penteados e se tiver competência para isso e fizer um bom preço vou querer umas Beach Waves.. Fico a aguardar valores..
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19 Julho, 2016 at 22:32
Que discurso tão miserável…enfim..
João Pereira
19 Julho, 2016 at 22:49
É! Muita gente não gosta do meu discurso, principalmente quando “chamo os bois pelos nomes”… Mas mesmo assim alguns mais esclarecidos, partilham da minha opinião. 😀
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24 Julho, 2016 at 3:44
Os mais esclarecidos de que você fala são os mesmos que partilham da sua esperteza saloia..
João Pereira
24 Julho, 2016 at 15:04
Oh Vanessa!
Já estava a estranhar a sua ausência. Mas já percebi, foi até á discoteca, estavam a tocar a “Maria Albertina (como foste nessa…)”, você não gostou, voltou para casa ás 3h00 e resolveu abrir a garrafa do bagaço e “descascar” no Ernie e no frenando_afondo.
Mas em vez de opinar sobre a minha pessoa, porque não nos dá a sua opinião sobre Brawn, que era o tema inicial? Se não tiver opinião, pode aproveitar para aprender alguma coisa com o frenando quando ele lhe estiver a fazer as “Bitch Waves” (devem ficar-lhe bem). Pelo menos ele tem uma opinião aceitável apesar de eu não concordar com ele neste assunto. 😀
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24 Julho, 2016 at 15:45
Sem dúvida você é o Rei dos Saloios..kkkkkkk…já nem lhe devia estar a responder, mas às vezes eu gosto de sair um bocadinho da minha zona de boa educação, civismo e de discussões corretas e descer um bocadinho ao nível da ralé..mas só no autosport, porque normalmente leio as notícias e evito ler os comentários porque fico sempre indignada (mais pela falta de formação na forma como se debatem os assuntos aqui), mas volta e meia tento-me a ler mais qualquer coisa e dá nisto e sim é a minha última resposta neste site, pois abomino muitas das discussões que por aqui encontro. E digo-lhe mais e só para terminar…ou muito me engano, mas pelo seu discurso você deve ser daqueles gunas tunningos labregos dos bairros, cuja mulher bebe bagaço às 3h da manhã e lhe descasca em cima (não gostou, pois não?)..só assim você se inspirou para descrever o que disse acerca de mim…porque eu não sei com quem você lida, mas boa gente não deve ser…lá está…os saloios, pois eu cá sou uma Sra Dra Engenheira formada numa das melhores faculdades do país, com formação e educação e com uma vida bastante boa em termos culturais e sociais, e por isso nem ouço Maria Albertina e nem bebo bagaço, muito menos às 3h da manhã, como a gente da sua laia..quanto às Beach Waves e não Bitch Waves (Bitch deve ser o tipo de palavreado que você está habituado no seu dia a dia de saloio e com gente saloia), eu já fui ao Inês Pereira fazer…você não deve conhecer, porque são salões de cabeleireiro para gente com algum nível e não para pessoas de um nível duvidoso, que atiram para o ar uma suposta rotina de alguém que nem conhecem..devia ter mais respeito, pois não sabe nada sobre mim e podia estar perfeitamente acordada a essa hora por estar a cuidar de uma pessoa doente sem autonomia para o fazer…mais respeito ó saloio…Quanto à discussão sobre o Sr. Ross Brawn..já discuti esse assunto com quem sabe e com quem dá gosto discutir…aqui só vim dizer que melhorem a forma como discutem, para dar vontade de eu e muitas pessoas que conheço cá virem falar sobre os assuntos que interessam..
João Pereira
24 Julho, 2016 at 19:12
Olá Dra Engenheira Vanessa, por favor não me trate por Majestade, nem se curve muito porque não sou Rei. Lamento perceber, que é mais uma pessoa a quem a boa formação que teve à sua disposição deu em total desrespeito por pessoas de condição mais baixa, ou que por opção não seguiram o caminho universitário. Fique sabendo que conheço muitos saloios (provavelmente não sabe o que é um saloio) que são pessoas dignas, educadas e até alguns que são Engenheiros, e entre os muitos Engenheiros que conheço, alguns são piores que os “saloios” que tanto despreza.
Uma palavra de solidariedade, para com a sua infelicidade de ter alguém dependente, mas não é por mencionar esse facto que me vai impressionar. Não sei o que é um “guna Tunningo” (um labrego sei), mas a mulher que imagina a descascar-me em cima e beber bagaço às 3 da manhã, nunca o fez, e há 8 anos que perdeu uma dura batalha de 2 anos contra o cancro do pulmão, “aquela doida” teve o desplante de partir 3 dias depois do nosso filho fazer 11 anos. Mas veja lá, que quando a pequena criatura fez 16, foi o meu Pai que teve o desplante de cair á cama, e como não confio em lares e já tinha alguma prática, trouxe-o para minha casa, e felizmente consigo sentá-lo durante uma hora por dia na cadeira de rodas… Pois é, não sabemos nada sobre a pessoa que está do outro lado do texto, e creio que em relação a dependentes estamos conversados.
Quanto às “Bitch” Waves, permita-me dizer que a expressão obteve o efeito pretendido (kkkkkk), mas suponho que as Beach Waves lhe devem ficar muitíssimo bem (presumo que seja dona de uma fantástica cabeleira loura), sim, sei a que penteado se refere, embora na minha condição de careca que passa a gillette todos os dias desde há 10 anos, deve calcular que não sou grande especialista (por isso nunca ouvi falar de Inês Pereira, mas considero importante estar ao corrente de assuntos de interesse para as Senhoras, de modo a conseguir manter uma conversa, quando elas nunca ouviram falar de Ross Brawn.
Quanto a vir aqui só para ler as notícias, digo-lhe que se não fosse pelos portugueses, também não vinha cá. È claro que acabo por ler as outras e comentar, em vez de adoptar a história do Fado do Ebuçado e quando alguém me mandasse descobrir, ver que não sou El Rey de Portugal, mas apenas o Rei dos Saloios.
Quanto a música, de facto “Humanos” e o seu tema mais famoso “Maria Albertina”, não fazem parte das minhas preferências, já o Fado do Embuçado” é dos meus favoritos, mas como sou um rapaz que viveu os 80 e 90 com a intensidade que mereciam, adorei o concerto dos Iron Maiden no passado dia 11, que tive o prazer de assistir com o meu filho que já está um homem de 18 anos, mas nunca vou esquecer o primeiro concerto de Bryan Adams em Lisboa, ao qual assisti com a então minha noiva, depois bebemos muito bagaço e ela bateu-me até se fartar.
Deixe-me dizer-lhe que me dá muito gosto encontrar por aqui uma Senhora, seja Engenheira ou não, e se prometer que no futuro tenta ser mais construtiva, terei muito gosto em ser mais educado.
Cumprimentos.
Speedway
19 Julho, 2016 at 12:49
Este senhor fez parte da geração Benetton que os italianos foram buscar no final do século passado. E foram eles que “fizeram” os anos dourados da Ferrari. Sim porque os italianos sozinhos não conseguem lá ir sem ajudas, FIA incluída. Os tempos contudo não se repetem e se a Ferrari pensa em ressuscitar o passado, vai cometer mais outro erro crasso, porque os tempos são outros, todos já estão velhos e o passado não se repete. Se fizerem isso provam mais uma vez que não aprenderam nada . Esse sr que continue a pescar e a gozar o repouso bem merecido que é bem melhor do que estar na F1 !
João Pereira
19 Julho, 2016 at 13:35
Muito Bem!
Miguel Costa
19 Julho, 2016 at 16:39
O Problema da Ferrari, na minha opinião não está na chefia, nem nos pilotos, está sim nos departamentos técnicos, o conservadorismo e a cobardia em arriscar ou inovar nas soluções técnicas ou arrojadas. Faz falta é um designer tipo Gordon Murray, Chapman, Southgate ou Newey, criativos e out-of-the-box. O carro deste ano é mau, conservador e sem inspiração, mas esse problema é recorrente na equipa italiana, as travessias do deserto são constantes depois de períodos de ouro, o titulo do Kimi e as duas temporadas que conseguiram disfarçar com o Alonso o conservadorismo latino na concepção do monolugar demonstra que trocar de “chefe” não é suficiente.
[email protected]
22 Julho, 2016 at 15:31
Sinceramente não concordo. A Ferrari tinha bastantes problemas no tempo que antecedeu a vinda do Brawn/Todt/Shumi, de facto, devido a “políticas” internas que ainda vinham do tempo Enzo Ferrari e do facto de terem perdido o “criador” da marca (problemas comuns a todas as marcas com chefes demasiado importantes, carismáticos e únicos. A marca tende a rodar à volta de uma só pessoa). Penso que desde que a Ferrari levou essa volta que se tornou uma equipa como as outras (pese embora seja a Ferrari), e a mesma tem estado sempre no top 3 das marcas da F1, não se pode ganhar sempre e se formos a ver o passado diz-nos que a F1 é feita de “temporadas de vitórias” de uma certa equipa. A mudança radical de tipo motor, o qual a marca não está à vontade, leva a um esforço muito maior para coloca-la em par com a Mercedes. No passado recente tivémos McLaren, Williams, Ferrari, RB e agora Mercedes. Ninguém diz que amanhã não é outra vez a Ferrari, ou outra qualquer. A F1 sempre foi assim.
Frenando_Afondo™
19 Julho, 2016 at 18:30
A ferrari juntou dois mais dois: que engenheiro saiu da Mercedes, actual campeã com diferença, no final de 2013…? Olha… O Ross Brawn se viesse para cá revelar alguns segredos do motores deles e do chassi… Dava-nos um grande jeito.
Ah pois, porque nisso a ferrari não é parva.
Edit: E sim, o Ross Brawn só deverá ter trabalhado no monolugar de 2014 na Mercedes, mas pode perfeitamente chegar à Ferrari e dizer “Ah, na Mercedes fizémos isto desta maneira e não assim como vocês, proque dá um ganho de fiabilidade X ou Y” e muitas outras coisas interessantes que podem ajudar o Ferrari a pelo menos ser consistente em todas as corridas, que é uma das vantagens da Mercedes.
NOTEAM
20 Julho, 2016 at 8:52
Não acredito que a Ferrari acabe por voltar a ter o Ross brawn, caso isso se viesse a realizar seria o 2º passo dado para a tal revolução, que afinal é vê- la passar ao lado, depois da renovação do Kimi. Estas tentativas de regressar ao passado raramente resultam e a Ferrari não está em posição de beneficiar com isso, há muita gente com muito talento que dava tudo para trabalhar em Maranello, quem lê esta notícia até parece que o mercado está esgotado.
rodríguezbrm
20 Julho, 2016 at 13:29
Não. O Banana Ross, apesar de ter casa em Itália, não vai voltar à Ferrari.
E ainda bem para eles, a ultima coisa que precisavam era de um consultor a tempo parcial.