O Mundial de Ralis vai abandonar a Sardenha, mas a competição – em princípio – não vai sair de Itália. Os problemas são recorrentes e neste caso, como em tantos outros, tem a ver com os apoios que a ‘região’, no caso a Sardenha consegue dar à ACI, Automóvel Clube de Itália, o ACP lá do sítio, que no caso italiano tem que ter meios para dar muita atenção à F1, que como se sabe, Itália também recebe.
Por isso o WRC irá ter que procurar outra ‘casa’ em Itália: “A ACI tem um compromisso também para a organização do Grande Prémio de Itália de F1, em Monza, e na ausência de sinais claros por parte da região da Sardenha para reduzir o nosso compromisso financeiro, será impossível para nós continuar a assumir este evento, no qual, o ACI nos últimos 11 anos, investiu 27 milhões de euros”, disse Sticchi Damiani, que curiosamente, em 2011 quando foi eleito Presidente do clube, o seu cavalo de batalha foi precisamente levar o WRC para a Sardenha: “Sempre fui o primeiro admirador da Sardenha e das suas estradas de terra e para mim esta é uma decisão dolorosa. Mas o rali vai permanecer no Campeonato do Mundo, o Rali de Itália irá regressar à Península e para isso estamos a trabalhar num projeto que envolve várias regiões da Itália central”.









