O terceiro lugar de Hayden Paddon no Rali da Polónia serviu para retirar alguma pressão ao piloto neozelandês, que após o triunfo no Rali da Argentina passou por um período menos bom nos ralis de Portugal e de Itália. Paddon, dentro do lote dos três primeiros ao longo de toda a prova polaca, esteve ainda assim próximo de ceder o terceiro lugar final ao colega de equipa (e vencedor na Sardenha) Thierry Neuville, depois de uma abordagem demasiado cautelosa nas duas últimas classificativas, marcadas pela chuva e pedregulhos que afetaram a estrada.
A diferença entre ambos no final do evento foi de apenas 0,8s, com Paddon a descrever as condições de domingo como algumas das piores em que alguma vez tinha guiado ao longo da sua carreira: “Era realmente difícil avaliar a aderência. Quando tens uma vantagem de 20s sobre o piloto que se encontra imediatamente atrás de ti, acabas por relaxar. Estive quase a relaxar em demasia, mas era tão fácil sair de estrada naquelas condições, e tendo também por base o que nos tinha acontecido nos últimos dois ralis, eu não queria pôr em causa nada. Felizmente tudo acabou por correr bem. O terceiro lugar é ótimo portanto estou muito contente. Sinto que uma pressão enorme saiu de cima dos nossos ombros”.
Chegar ao fim foi fundamental para o piloto ‘kiwi’, subindo desse modo ao terceiro lugar do campeonato. “Seria desapontante acabar por perder esse terceiro lugar, porque assim que te encontras nos lugares do pódio não queres perder essa posição. Mas o mais importante era mesmo chegar ao fim da prova. Remover alguma pressão é ótimo antes de irmos para a Finlândia, um dos meus ralis favoritos e uma prova que se ajusta melhor a mim em comparação com o Rali da Polónia. Sei que ainda há coisas onde podemos melhorar, não tivemos um rali perfeito, mas fizemos uma boa prova e estou contente por não ter cometido erros de maior e obtido um bom resultado”, terminou.












