A Manor é uma equipa que ganhou fama pelos seus resultados alcançados nas disciplinas de acesso à Fórmula 1, incluindo a Fórmula Renault e Fórmula 3. A estrutura britânica conseguiu depois ascender à F1, primeiro através da Virgin e Marussia, depois assumindo o projeto completamente. No entanto, John Booth, fundador da equipa, resolveu procurar um novo projeto depois de se retirar da equipa da F1, preferindo apostar numa nova competição, o Campeonato do Mundo de Endurance.
Originalmente, a equipa tinha planeado alinhar apenas com um Oreca 05 LMP2 no WEC e nas 24 Horas de Le Mans. No entanto, com a KCMG a reduzir o seu programa desportivo apenas para Le Mans, surgiu a oportunidade de Booth e Graeme Lowdon utilizarem o chassis da equipa chinesa como segundo carro. A Manor tem apenas um carro para Le Mans, mas não é impossível que use a entrada da KCMG para colocar o segundo carro em pista.
Dada a experiência da Manor com novos pilotos, não é de admirar que John Booth tenha escolhido um grupo de jovens que, até há poucos anos, procuravam ainda chegar à F1. O tailandês Tor Graves é o piloto ‘prata’, ao lado de James Jakes, de 28 anos (de volta à Europa depois de ter tentado montar uma carreira nos Estados Unidos) e Will Stevens, de 24 anos (que o ano passado correu pela Marussia na F1 depois de vários anos na World Series by Renault).
O segundo carro foi entregue a Matt Rao, jovem britânico de 21 anos que foi vicecampeão de F3 em 2014, mas que nunca conseguiu desenvolver uma carreira internacional nos monolugares, e Richard Bradley, britânico de 24 anos que foi campeão de F. BMW no início da sua carreira, mas depois mudou-se ainda cedo para a resistência. O último recruta, confirmado esta semana, é Roberto Merhi, que aos 25 anos estreia-se na resistência depois de ter sido piloto da Marussia. Graves, Jakes, Stevens e Merhi foram piloto da Manor nas fórmulas de promoção.










