A par da brutalidade que as imagens mostram, o acidente de Fernando Alonso no Grande Prémio da Austrália originou danos no seu assento. Um pormenor que levou a FIA a abrir uma investigação para aferir em concreto o que terá causado tal rutura no seu McLaren-Honda MP4-31, a saber, na zona do ombro. A célula de sobrevivência dos monolugares é concebida pelas próprias equipas segundo as diretrizes da FIA e tais danos não são ‘supostos’ acontecerem, mesmo em acidentes como o do piloto espanhol.











Já que estão com a mão na massa, façam também um exame à cabeça do Alonso.
Lá vão implementar ainda mais rigor nos crash-testes, mas é assim que se aperfeiçoa a segurança.
Já investigar o porquê do monolugar do Alonso ter dado piruetas é que nada, né FIA? Dá para ver pelas imagens que o acidente acabou sendo mais grave devido à escapatória de gravilha, que fez o carro capotar, dar piruetas e embater de maneira violenta contra as proteções. Se fosse de asfalto ia a deslizar e desacelarava por causa do atrito dos pneus e do carro.
Curioso como ninguém questiona o porquê do erro tão clamoroso do Alonso. Não foi à toa que sugeri o “exame à cabeça do Alonso”. Aquela manobra, nem num roockie pode ser admissível, porque evidenciaria falta de qualificação para pilotar um F1, porque dá a impressão que, para o Alonso, o carro do Gutierrez estaria um metro mais à frente, ou mais ao lado. Depois de ver o vídeo, a minha opinião é a mesma: Trata-se de um erro de cálculo do piloto. Daí a minha sugestão. Mas curiosamente todos se focam em tudo menos nesse ponto. E chega-se ao ponto… Ler mais »