Em Fafe arrancou também a Taça FPAK de Ralis de Terra, com a vitória a ficar para José Merceano. Os concorrentes disputaram os mesmos 10 troços do CNR, pelo que foi mais a fiabilidade dos carros que ditou os resultados. Dos sete ‘magníficos’ resistentes, Merceano e Luis Mota foram quem lutou pelo triunfo, alternando-se ambos no topo da classificação, chegando a margem a ser apenas 4s, mas com o Lancer de Mota a evidenciar problemas de motor, a luta terminou aí.
Luis Mota foi o primeiro líder, Merceano passou para a frente no Confurco 2. no dia seguinte, Mota regressou à liderança em Luilhas, por 9,3s, margem que desceu para 7,5 na PEC seguinte. Em Lameirinha 1, Merceano roubou a liderança a Mota, colocando-a em 4,0s, e na especial seguinte os problemas no motor do Lancer de Mota agudizaram-se e a diferença cresceu para 30.50s. Esta ainda desceu para 26s mas daí até final, foi crescendo até aos 2m12.9s. António Oliveira foi o melhor nos 2WD.
Classificação:
1º José Merceano/Francisco Pereira (Mitsubishi EVO VIII), 1h38:25.30;
2º Luis Mota/Alexandre Ramos (Mitsubishi EVO VII) a 2m12.90d;
3º Manuel Pereira/Adriano Pereira (Mitsubishi EVO VII), a 6m53.90s;
4º Eugénio Madureira/António Duarte (Mitsubishi Carisma GT), a 7m27.40s;
5º António Oliveira/Jorge Antunes (Peugeot 205 GTI), a 9n01.60;
6º José Gomes/António Campos (Citroen Saxo), a 15m55.20s;
7º Domingos Camões/Bruno Sousa (BMW E36 325I) a 43m35.90












