Depois da vitória na PEC1, Ricardo Moura chegou também ao triunfo na PEC2, terminando assim o primeiro dia do Rali Serras de Fafe no comando. O piloto, ao volante do seu Ford Fiesta R5, foi o mais rápido na segunda passagem pelos 10.88 km do Confurco, com Miguel Campos a ser segundo, a 3.40s. Um belo resultado para o piloto do Skoda Fabia R5 que, a par de estar a fazer a sua estreia com o carro, confessou ao AutoSport estar com uma afinação para piso seco, dado não ter tido tempo de alterar o seu R5 para a prova. Apesar disso, Campos ascendeu ao segundo lugar da classificação geral, a 13.80s do líder.
Por sua vez, José Pedro Fontes desceu para terceiro na geral. Na PEC2 o piloto do Citroën DS3 R5 teve uma ligeira saída, algo que também o afetou em termos de confiança. Factos que justificam ter ficado a 12.90s de Moura, quando na PEC1 a diferença entre os dois foi de 2.50s. Contas feitas, o atual campeão em título está a 15.40s do primeiro lugar.
Pedro Meireles melhorou o seu registo na segunda passagem pelo Confurco, depois de ter cedido praticamente 20s para o mais rápido na PEC1. Ainda assim perdeu 10.20s para o mais rápido. O piloto admitiu estar a ser demasiado cauteloso, mas lembrou que nunca havia pilotado o seu Skoda Fabia R5 nas condições em que fez as duas especiais de Fafe – com lama, chuva e à noite. Apesar disso, Meireles subiu uma posição na classificação geral e ocupa agora o quarto posto, a 29.40s do líder Ricardo Moura.
Em Citroën DS3 R5 Carlos Vieira foi quinto na PEC2, seguido de Fernando Peres. O piloto do Ford Fiesta R5 subiu uma posição na classificação geral, sendo agora quinto. Em ano de regresso ao CNR e após as duas primeiras especiais, Peres comentou que o ritmo entre os homens da frente é bastante elevado. A par disso, o piso estava muito escorregadio e traiçoeiro, o que também não ajudou.
Já João Barros não está a ter um rali fácil. Na PEC1 deu um toque no salto da Pereira, indo à valeta. Na PEC2 teve problemas com o diferencial do seu Ford Fiesta R5 que o fizeram ficar a 45.50s do melhor tempo. Barros desceu assim de quarto para sexto na geral, estando a 57.70s de Ricardo Moura.
Nota também para Carlos Martins que perdeu 37.40s na PEC2 e desceu para nono da geral, a 1m20.10s de Moura. Na PEC2 o piloto deu um toque com o seu Citroën DS3 R5 a seguir ao salto da Pereira, numa direita, fazendo um pião. Teve de inverter a marcha e durante esse ‘processo’ arrancou parte do para-choques.
Miguel Barbosa fez o 10º tempo na PEC2, a 47s do vencedor da especial. O piloto, que tem em mãos um Skoda Fabia R5, ocupa o 10º lugar da geral, a 1m30.7s de Ricardo Moura.
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Foto: Ricardo Oliveira










